O Brasil está vendo um aumento no número de farmácias, que deve chegar a 93.500 em 2025, superando as Unidades Básicas de Saúde. Isso acontece porque a população está envelhecendo e precisa de mais cuidados, enquanto o sistema de saúde enfrenta dificuldades. As farmácias estão se tornando importantes pontos de contato para a saúde, oferecendo serviços como vacinas e testes rápidos. Elas estão se adaptando para melhorar o atendimento e usar novas tecnologias. O contato frequente com os farmacêuticos ajuda a manter a saúde dos pacientes e pode aliviar a pressão sobre o sistema de saúde. Embora o modelo de farmácia como “hub de saúde” ainda esteja em desenvolvimento, já existem passos sendo dados nessa direção. É importante lembrar que a venda de medicamentos exige conhecimento e responsabilidade, pois farmácias são estabelecimentos de saúde. Se houver um excesso de farmácias, o mercado se ajustará naturalmente, mantendo aquelas que oferecem valor. O foco deve ser em como melhorar o acesso à saúde para todos.
O Brasil deve contar com 93.500 farmácias até 2025, superando o número de Unidades Básicas de Saúde (UBS). Esse crescimento reflete a demanda crescente por serviços de saúde, impulsionada pelo envelhecimento da população e pela sobrecarga do sistema de saúde.
Atualmente, há uma farmácia para cada 2.211 brasileiros, quase o dobro da relação de UBS por habitante. Esse cenário revela a importância das farmácias como pontos de contato e orientação para a população, especialmente em áreas carentes de assistência médica.
O modelo de farmácia como “hub de saúde” está em desenvolvimento, promovendo cuidados contínuos. As farmácias têm ampliado seus serviços, incluindo vacinas e testes rápidos, e estão investindo em tecnologia para melhorar o atendimento. A concorrência entre redes e farmácias independentes tem elevado o padrão de serviços e reduzido preços.
A presença frequente dos pacientes nas farmácias, em comparação com as consultas médicas, permite um acompanhamento mais próximo e contínuo. Isso pode ajudar a evitar agravamentos de condições de saúde e apoiar a adesão ao tratamento, aliviando a pressão sobre o sistema de saúde.
Embora o modelo ainda exija amadurecimento e integração ao ecossistema de saúde, os primeiros passos já foram dados. A venda de medicamentos requer orientação qualificada, e as farmácias, por lei, são estabelecimentos de saúde. A concorrência no setor tende a filtrar aqueles que não oferecem valor, garantindo que o acesso à saúde se torne mais próximo e eficiente.
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