Uma pesquisa recente mostrou que quase 60% dos motociclistas que sofreram acidentes em Santo André não pilotavam profissionalmente. Desses, 46% usavam as motos para entregas e 38% para transporte pessoal. O estudo, realizado pelo Instituto Cordial e pela Abramet, analisou dados de atendimentos no Centro Hospitalar de Santo André e incluiu entrevistas com 116 motociclistas. A pesquisa revelou que 58% dos acidentados usavam a moto para se deslocar, enquanto 12% faziam entregas por aplicativo. A maioria dos motociclistas tinha mais de 9 anos de experiência e 72% estavam com a habilitação em dia. Os acidentes ocorreram principalmente em áreas residenciais e comerciais, e 60% deles foram em vias com limite de 60 km/h. Além disso, 13% dos entrevistados relataram ter consumido álcool antes do acidente.
Quase 60% dos motociclistas acidentados em Santo André não pilotavam profissionalmente, segundo pesquisa do Instituto Cordial em parceria com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet). O estudo, apoiado pela Uber, analisou dados de internações no Centro Hospitalar de Santo André (CMH) entre janeiro e abril de 2025.
Dos motociclistas atendidos, 46% utilizavam as motos para entregas e 38% para transporte pessoal. Apenas 5% estavam transportando passageiros em corridas solicitadas via aplicativo. A pesquisa incluiu 141 entrevistas e análise de prontuários, revelando que 58% dos acidentados usavam a moto para deslocamentos pessoais, enquanto 12% faziam entregas.
Dados do Infosiga indicam que 40% das mortes em acidentes de trânsito em Santo André nos primeiros meses de 2025 envolveram motocicletas, um percentual ligeiramente abaixo da média estadual de 43%. A maioria dos motociclistas acidentados (47%) pilota há mais de nove anos e 72% possui a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida.
Perfil dos Acidentados
A pesquisa revelou que 53% dos acidentes ocorreram a até 5 quilômetros da residência das vítimas. A velocidade média nas vias onde ocorreram os sinistros era de 60 km/h, com 42% dos acidentes em áreas residenciais. Além disso, 13% dos entrevistados relataram consumo de álcool e 6% de drogas antes do acidente.
Os dados ressaltam a necessidade de atenção às condições de segurança no trânsito, especialmente para motociclistas, que enfrentam riscos elevados em suas atividades diárias.
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