Rao Yi, um importante reformador da ciência na China, disse que o país precisa de uma instituição como o NIH dos EUA para melhorar a pesquisa em ciências biomédicas. Desde que voltou à China em 2007, ele tem trabalhado para melhorar a pesquisa na área. Embora a China tenha avançado em biotecnologia, a falta de um órgão centralizado para financiar pesquisas limita o progresso. Rao acredita que a China já é melhor que os EUA em biologia vegetal, mas ainda precisa melhorar na pesquisa biomédica. Ele prevê que a biotecnologia na China crescerá, especialmente em terapia gênica e agricultura, e que o país pode se destacar no tratamento de doenças, usando inteligência artificial e dados genômicos. No entanto, a pesquisa em genética humana ainda é uma fraqueza. Rao também destaca que a qualidade da pesquisa depende de um sistema que valorize o mérito e a excelência, e que a seleção rigorosa dos melhores cientistas é essencial para o avanço científico. Ele observa que a liderança científica na China tem mudado, com menos doutores formados no exterior em posições importantes, o que pode afetar a inovação.
Rao Yi, um destacado reformador da ciência e educação na China, alertou sobre a necessidade de uma instituição equivalente ao NIH dos EUA para impulsionar as ciências biomédicas no país. Desde seu retorno à China em 2007, Rao tem promovido práticas que revitalizaram a pesquisa em ciências da vida, como a avaliação por meio de revisão por pares.
Apesar dos avanços significativos da China em biotecnologia, a falta de um órgão centralizado de financiamento, como o NIH, limita o progresso na área. Rao enfatiza que, enquanto a China já superou os EUA em biologia vegetal, a pesquisa biomédica ainda está aquém devido à diferença no número de cientistas financiados. Ele acredita que, se os cortes nos fundos do NIH continuarem, a China pode alcançar ou até ultrapassar os EUA em algumas áreas.
O pesquisador prevê que a biotecnologia chinesa terá um crescimento notável, especialmente em agricultura e terapia gênica. Ele aponta que a China está bem posicionada para liderar em gene terapia e no tratamento de doenças neurodegenerativas e metabólicas, impulsionada por inteligência artificial e bancos de dados genômicos. No entanto, a pesquisa em genética humana ainda é uma fraqueza que impede o avanço em medicina de precisão.
Rao destaca que a qualidade da pesquisa depende de um sistema que priorize o mérito e a excelência, em vez de relações pessoais. A seleção rigorosa dos melhores cientistas é crucial para o desenvolvimento científico da China. Ele observa que, ao longo das décadas, a liderança científica no país tem mudado, com menos doutores formados no exterior ocupando posições-chave, o que pode impactar a inovação e a qualidade da pesquisa.
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