Serena Williams está experimentando a crioterapia ultracongelada, que pode chegar a -110°C, como uma nova forma de recuperação. Em uma postagem no Instagram, ela contou que na sua segunda sessão conseguiu ficar 3 minutos na câmara, um avanço em relação aos 2 minutos e 45 segundos da primeira sessão, que ocorreu em 12 de junho. Durante o tratamento, ela usou roupas apropriadas para se proteger do frio. A crioterapia pode ajudar a aliviar dores musculares e melhorar o sistema nervoso. Serena comentou que sentiu uma diferença positiva em relação à primeira vez e está animada para compartilhar mais sobre sua jornada de bem-estar. Essa técnica está se tornando popular entre atletas que buscam novas maneiras de se recuperar e melhorar seu desempenho.
Los Angeles (EUA) – Serena Williams está se aventurando em novas técnicas de recuperação, como a crioterapia ultracongelada, que atinge temperaturas de até -110°C. Em uma publicação no Instagram, a tenista revelou que, em sua segunda sessão, conseguiu suportar 3 minutos na câmara de crioterapia, um progresso em relação aos 2min45 da primeira sessão, realizada em 12 de junho.
Durante a experiência, Serena usou um top esportivo e calças, protegendo as orelhas com uma faixa e as extremidades com luvas e meias. A crioterapia, segundo o Mass General Brigham, pode trazer benefícios ao sistema nervoso e ajudar na redução da dor muscular, ativando uma resposta ao estresse que pode ser intensa.
Na primeira sessão, Serena brincou sobre sua tentativa de transformar a crioterapia em uma moda, mas na segunda, expressou satisfação com os resultados. “Sinto uma diferença em relação à última vez. Mal posso esperar para compartilhar minha jornada de bem-estar com vocês!”, afirmou a atleta.
A prática tem ganhado popularidade entre os atletas, que buscam formas inovadoras de recuperação e bem-estar. Com a experiência de Serena, a crioterapia se destaca como uma opção promissora para melhorar o desempenho e a recuperação física.
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