- O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva relança o programa “Agora tem Especialistas” para melhorar a imagem do governo e reduzir o tempo de espera por atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS).
- Um mutirão será realizado em 45 hospitais universitários, com a meta de realizar mil cirurgias e cinco mil e seiscentos exames.
- No próximo sábado, cinco de agosto, ministros do governo estarão em diferentes estados para acompanhar o mutirão.
- O programa é uma prioridade do governo até 2026 e já havia sido lançado anteriormente, mas não obteve os resultados esperados.
- O governo planeja realizar três mutirões até o final do ano, visando ser o maior mutirão de cirurgias da história do SUS.
BRASÍLIA – O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensifica esforços para melhorar sua imagem com o programa “Agora tem Especialistas”, que visa reduzir o tempo de espera por atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). Com a aprovação em baixa, o governo planeja um mutirão em 45 hospitais universitários, onde espera realizar 1.000 cirurgias e 5.600 exames.
No próximo sábado, 5, ministros do governo estarão em diferentes estados para acompanhar o mutirão. Camilo Santana (Educação) estará no Ceará, enquanto Wellington Dias (Desenvolvimento Social) irá ao Piauí. Alexandre Padilha (Saúde), Anielle Franco (Igualdade Racial) e Esther Dweck (Gestão) participarão no Rio de Janeiro, e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) no Paraná. A primeira-dama, Rosângela da Silva, também pode participar do evento no Rio.
O programa, relançado por Padilha, é uma prioridade do governo para aumentar a popularidade até 2026. Durante o chamado “Dia E”, a expectativa é que sejam realizadas 1.200 consultas e um grande número de procedimentos agendados. O mutirão é uma das estratégias do programa para ampliar o acesso à saúde especializada.
O “Agora tem Especialistas” foi uma promessa de campanha de Lula e já havia sido lançado no ano passado pela ex-ministra Nísia Trindade. Contudo, a gestão anterior não conseguiu os resultados esperados, o que levou à sua demissão. Desde que Padilha assumiu, ele tem promovido eventos para dar visibilidade ao programa, que considera uma “obsessão” e o “sonho” do presidente.
O governo planeja realizar três mutirões até o final do ano, com o objetivo de ser o maior e mais diversificado mutirão de cirurgias da história do SUS. Apesar das ações, Padilha afirmou que o foco não é apenas a busca por uma marca, mas sim cumprir compromissos assumidos durante a campanha eleitoral.
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