Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Menina de 10 anos é entregue em casamento a homem de 40 anos em polêmica cultural

Eufrosina Cruz denuncia a gravidez precoce de meninas em comunidades rurais e indígenas, exigindo ação do Estado e responsabilização dos homens.

A jornalista Ana Francisca Vega em Cidade do México, no dia 3 de julho. (Foto: EPV)
0:00
Carregando...
0:00
  • Eufrosina Cruz, ativista e legisladora, denunciou a gravidez de meninas de 11 a 12 anos em comunidades rurais e indígenas.
  • Ela destacou a presença de homens entre 30 e 50 anos que se relacionam com essas jovens, evidenciando a vulnerabilidade delas.
  • Cruz apontou que o silêncio, as tradições e a falta de ação do Estado contribuem para essa situação.
  • A ativista, que viveu dificuldades como menina indígena, afirmou que a responsabilidade é dos homens e que o Estado permite essa violência.
  • Ela pediu ações concretas para proteger as meninas e responsabilizar os homens envolvidos, ressaltando a necessidade de políticas públicas eficazes.

Eufrosina Cruz, ativista e legisladora, trouxe à tona a alarmante realidade de meninas de 11 a 12 anos que se tornam mães em comunidades rurais e indígenas. Em sua fala, ela destacou a presença de homens com idades entre 30 e 50 anos que se relacionam com essas jovens, revelando uma situação de vulnerabilidade extrema.

A ativista enfatizou que o silêncio, as tradições e a falta de ação do Estado contribuem para a perpetuação dessa violência. Cruz, que vivenciou em sua própria vida as dificuldades de ser uma menina indígena, afirmou: “A responsabilidade não está nas estrelas, mas sim nos homens. E o Estado permite essa situação com sua omissão.”

A problemática da gravidez na infância e adolescência é um tema recorrente, especialmente em áreas onde as meninas enfrentam falta de proteção e apoio institucional. A ausência de políticas públicas eficazes agrava a situação, deixando essas jovens sem alternativas e sem voz.

Cruz concluiu sua denúncia ressaltando a necessidade urgente de ações concretas para proteger as meninas e responsabilizar os homens envolvidos. A luta por direitos e dignidade para essas jovens continua, exigindo atenção e comprometimento da sociedade e do governo.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais