- Eufrosina Cruz, ativista e legisladora, denunciou a gravidez de meninas de 11 a 12 anos em comunidades rurais e indígenas.
- Ela destacou a presença de homens entre 30 e 50 anos que se relacionam com essas jovens, evidenciando a vulnerabilidade delas.
- Cruz apontou que o silêncio, as tradições e a falta de ação do Estado contribuem para essa situação.
- A ativista, que viveu dificuldades como menina indígena, afirmou que a responsabilidade é dos homens e que o Estado permite essa violência.
- Ela pediu ações concretas para proteger as meninas e responsabilizar os homens envolvidos, ressaltando a necessidade de políticas públicas eficazes.
Eufrosina Cruz, ativista e legisladora, trouxe à tona a alarmante realidade de meninas de 11 a 12 anos que se tornam mães em comunidades rurais e indígenas. Em sua fala, ela destacou a presença de homens com idades entre 30 e 50 anos que se relacionam com essas jovens, revelando uma situação de vulnerabilidade extrema.
A ativista enfatizou que o silêncio, as tradições e a falta de ação do Estado contribuem para a perpetuação dessa violência. Cruz, que vivenciou em sua própria vida as dificuldades de ser uma menina indígena, afirmou: “A responsabilidade não está nas estrelas, mas sim nos homens. E o Estado permite essa situação com sua omissão.”
A problemática da gravidez na infância e adolescência é um tema recorrente, especialmente em áreas onde as meninas enfrentam falta de proteção e apoio institucional. A ausência de políticas públicas eficazes agrava a situação, deixando essas jovens sem alternativas e sem voz.
Cruz concluiu sua denúncia ressaltando a necessidade urgente de ações concretas para proteger as meninas e responsabilizar os homens envolvidos. A luta por direitos e dignidade para essas jovens continua, exigindo atenção e comprometimento da sociedade e do governo.
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