- Metas para 2026: economizar dinheiro (44%) e passar mais tempo com a família (37%).
- A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre 2 e 4 de dezembro, com margem de erro de ± dois pontos percentuais.
- Outras prioridades no ranking incluem melhorar a alimentação (25%), iniciar atividade física (25%), trabalhar por conta própria/abrir negócio (23%) e fazer curso para aprender nova habilidade (22%).
- Ainda, 20% querem buscar ajuda para saúde mental/emocional e 20% pretendem fazer uma viagem longa.
- Em 2026, 69% dos entrevistados acreditam que o ano será melhor que 2025, ante 60% no levantamento anterior sobre 2025.
Os brasileiros apontam economizar dinheiro e passar tempo com a família como prioridades para 2026, aponta pesquisa do Datafolha divulgada na noite de sábado. O levantamento indica que 44% citam economia e 37% citam passar mais tempo com família e amigos como principais metas para o próximo ano.
A pesquisa foi realizada com 2.002 entrevistas entre os dias 2 e 4 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O Datafolha organizou um ranking com 14 prioridades listadas pelos entrevistados.
Economizar dinheiro lidera o ranking, citado por 44%. Em seguida, passar mais tempo com a família e amigos, com 37%. Melhorar a alimentação e iniciar prática de atividade física aparecem com 25% cada.
Outras metas seguem, em ordem: trabalhar por conta própria/abrir um negócio (23%), fazer curso para aprender nova habilidade profissional (22%), buscar ajuda para saúde mental/emocional (20%), fazer viagem longa (20%), passar menos tempo no celular (17%), voltar a estudar ou concluir curso interrompido (14%), aprender nova língua estrangeira (12%), trocar de emprego (11%), iniciar novo relacionamento amoroso (5%) e realizar tratamento estético (5%). Brancos e nulos somam 1%.
Otimismo para 2026
Em outro recorte, 69% dos brasileiros afirmam acreditar que 2026 será melhor que 2025. Para 16%, o próximo ano não trará mudanças, e 11% acreditam que haverá piora. O índice de otimismo de 2026 supera o observado para 2025, quando 60% diziam que seria melhor que 2024, o patamar mais baixo já registrado pelo Datafolha.
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