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Cuidados com crianças nas férias ajudam a evitar acidentes

Especialistas alertam que as férias elevam riscos de acidentes; pais devem verificar a segurança de locais, supervisionar atividades e usar proteção adequada

Crianças brincam no Parque Estadual da Água Branca, na Barra Funda.
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  • Férias escolares trazem rotina mais livre e menor supervisão, criando desafios de segurança para pais e responsáveis, com período que vai de meados de dezembro a fevereiro (varia por estado e município).
  • Especialistas da Agência Brasil recomendam verificar a segurança de locais de brincadeira, como parques, clubes e hotéis, com brinquedos conservados, piso que absorva impactos e proteção de piscinas.
  • Riscos variam conforme a idade: até três anos, quedas em casa; queimaduras e intoxicações; crianças mais velhas podem se machucar em atividades como andar de bicicleta, patins ou skates, exigindo equipamentos de proteção.
  • Manter supervisão, usar capacete, cotoveleiras e joelheiras adequados, avaliar brinquedos em casas alugadas e assegurar proteção contra afogamento; crianças não devem acessar áreas de água sem adulto.
  • Para crianças maiores, incentive o diálogo sobre riscos, como não se perder e procurar ajuda, use roupas chamativas para facilitar localização e mostre pontos de referência.

Durante as férias escolares, a rotina das crianças fica mais livre e com novas atividades. A menor supervisão facilita a prática de brincadeiras, mas aumenta os desafios para pais e responsáveis. Especialistas consultados pela Agência Brasil trazem orientações simples para evitar acidentes.

A temporada de férias começa em meados de dezembro e se estende até fevereiro, variando por estado e município. Os profissionais ressaltam a importância de escolher espaços com segurança, seja em casa, em parques, clubes ou hotéis, com atenção a estruturas, pisos e proteção ao redor de piscinas.

Se a brincadeira ocorrer em locais diferentes, é essencial verificar se os brinquedos estão conservados e se o piso absorve impactos em caso de queda. Em ambientes com paisagens novas, a supervisão não deve diminuir. A rede de proteção nas janelas e a barreira de piscinas são itens cruciais.

Riscos variam conforme a idade. Em crianças até 3 anos, quedas dentro de casa são as mais comuns, como de sofás ou camas. Queimaduras podem ocorrer ao tocar objetos quentes durante cozinhas ou forno em funcionamento. Substâncias de limpeza devem ficar fora do alcance.

Para crianças maiores, quedas em atividades com rodas, como bicicletas, patins e skate, exigem equipamentos de proteção adequados, como capacete, cotoveleiras e joelheiras, com supervisão adulta constante. Ao alugar imóveis, pais devem checar a presença de peças pequenas e a adequação de brinquedos.

Em locais com piscina ou praia, os especialistas destacam a necessidade de proteções permanentes e de não deixar crianças sem vigilância. Acompanhamento próximo evita afogamentos e outros incidentes.

Para reduzir riscos em família, é recomendado orientar as crianças sobre segurança em áreas públicas, como shoppings. Explicar como agir se se distanciarem do responsável ajuda a evitar situações de risco e facilita a busca por ajuda.

Sobre atitudes práticas, os pediatras destacam que o diálogo durante as atividades ajuda a consolidar hábitos seguros. Além disso, reforçar regras de trânsito e de lazer reduz comportamentos de risco entre as crianças.

Dicas adicionais envolvem sinalizar pontos de referência para a criança e instruí-la a não se distanciar do local. Em praias, usar roupas de cores fortes facilita a localização rápida por parte do responsável, especialmente em locais com grande movimento.

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