- A mpox é causada pelo vírus MPXV; o primeiro caso humano foi registrado em 1970, na República Democrática do Congo, e a doença é endêmica em parte da África.
- O surto global mais amplo começou em 2022, atingindo mais de 140 países; a Organização Mundial da Saúde declarou emergência internacional duas vezes, porém as duas encerraram posteriormente.
- No Brasil, em 2026 há dezenas de casos, geralmente leves ou moderados, sem mortes confirmadas até o momento.
- Principais sintomas: febre, dor de cabeça, cansaço e ínguas; lesões na pele aparecem e evoluem de manchas para bolhas e crostas.
- Transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos ou objetos contaminados; também pode ocorrer por contato íntimo ou sexual. Existe vacina contra a varíola que protege contra mpox; no Brasil, a vacina é oferecida pelo SUS apenas para grupos prioritários; o diagnóstico é laboratorial, por teste molecular a partir de amostras das lesões.
A mpox, causada pelo vírus MPXV, teve seu primeiro caso humano registrado em 1970, na então colônia Belga. A doença tornou-se endêmica em partes da África. O surto global mais recente começou em 2022, atingiu mais de 140 países e mobilizou a comunidade internacional. A OMS chegou a declarar emergência internacional em dois momentos, mas as duas declarações foram encerradas.
No Brasil, o cenário de 2026 mostra dezenas de casos, com gravidade em geral leve a moderada. Não há registro de mortes confirmadas neste ano, segundo autoridades sanitárias. O monitoramento continua com vigilância de sintomas e contatos próximos.
Origem da doença
A mpox é provocada pelo MPXV. O vírus circula há décadas com transmissão entre animais e humanos em certainas regiões da África, antes de alcançar outros continentes.
Surto global recente
O conjunto de ocorrências começou em 2022, com transmissão em diversos continentes. Organizações internacionais coordenam ações de prevenção, detecção laboratorial e vacinação em grupos prioritários.
Situação no Brasil
Casos identificados no país permanecem majoritariamente leves. Observa-se atuação de equipes de vigilância e atualização de diretrizes por autoridades de saúde.
Sintomas
Os sinais iniciais costumam incluir febre, dor de cabeça, cansaço e ínguas. Em seguida, aparecem lesões na pele que evoluem para manchas, bolhas e crostas.
Transmissão
O vírus se transmite principalmente por contato próximo com lesões, fluidos ou objetos contaminados. Pode ocorrer por contato íntimo, sexual ou não.
Vacina
Imunizantes contra a varíola protegem contra mpox. No Brasil, a vacina é disponibilizada pelo SUS apenas a grupos prioritários.
Proteção
Recomenda-se evitar contato direto com pessoas infectadas, não compartilhar objetos pessoais e manter higiene das mãos.
Diagnóstico
Suspeitos devem buscar atendimento médico imediato. O diagnóstico é laboratorial, feito por teste molecular a partir de amostras de lesões.
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