O bitcoin ampliou suas perdas e se distanciou da marca de US$ 100 mil, com uma queda de 2,44%, cotado a US$ 94.242,43 por volta das 16h50 (horário de Brasília). O ethereum também apresentou recuo, caindo 3,15%, para US$ 3.284,16. A falta de novos catalisadores para impulsionar os preços fez com que analistas indicassem uma […]
O bitcoin ampliou suas perdas e se distanciou da marca de US$ 100 mil, com uma queda de 2,44%, cotado a US$ 94.242,43 por volta das 16h50 (horário de Brasília). O ethereum também apresentou recuo, caindo 3,15%, para US$ 3.284,16. A falta de novos catalisadores para impulsionar os preços fez com que analistas indicassem uma maior sensibilidade do ativo a dados econômicos dos Estados Unidos e à política do Federal Reserve (Fed).
Após a vitória de Donald Trump, os ativos digitais tiveram um aumento significativo, impulsionados pela expectativa de um governo favorável às criptomoedas. No entanto, os fatores regulatórios e políticos parecem estar perdendo força, deixando os criptoativos mais vulneráveis a outros elementos do mercado. O analista da Pepperstone, Chris Weston, destacou que o bitcoin, que anteriormente mostrava baixa sensibilidade a dados econômicos, agora reage a informações dos EUA.
A expectativa em torno do relatório de empregos de dezembro é alta, pois os investidores buscam sinais de um mercado de trabalho mais fraco, o que poderia beneficiar tanto as ações quanto as criptomoedas. Essa nova dinâmica é vista como uma mudança significativa que deve ser monitorada pelos investidores. Ana de Mattos, analista da Ripio, acredita que o mercado se mantém otimista para janeiro de 2025, especialmente com a posse de Trump e políticas que podem favorecer o setor.
De acordo com a análise técnica, há suporte de curto e médio prazos para o bitcoin entre US$ 92.800 e US$ 87.500. Ana de Mattos sugere que, caso ocorra uma correção no preço, essas áreas podem ser consideradas seguras para novas compras, indicando um potencial de recuperação no mercado.
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