A empresa australiana Cortical Labs lançou o CL1, considerado o primeiro computador biológico comercial. Este dispositivo utiliza neurônios cultivados em laboratório para processar informações, com o objetivo de avançar pesquisas médicas e reduzir o consumo de energia. O CL1 consome entre oitocentos e mil watts, em contraste com os mais de três milhões de watts utilizados por unidades de processamento gráfico convencionais.
O computador foi projetado para auxiliar no desenvolvimento de medicamentos, permitindo que cientistas analisem como os neurônios reagem a diferentes substâncias. O fundador da Cortical Labs, Hon Weng Chong, afirmou que a máquina pode oferecer insights sobre o processamento de informações pelos neurônios e sobre o aprendizado em tempo real, além de contribuir para a compreensão de doenças neurodegenerativas.
O funcionamento do CL1 é mantido por um sistema que regula gases, temperatura e nutrientes, simulando as condições do corpo humano. O dispositivo possui um design futurista, pesa quase seis quilos e conta com um painel touchscreen que fornece informações sobre seu estado. O preço do CL1 é de aproximadamente R$ 35 mil, sendo destinado a pesquisadores e laboratórios.
Além disso, a empresa planeja lançar a Cortical Cloud em julho de 2025, permitindo que pesquisadores manipulem neurônios remotamente. Essa plataforma já possui mais de mil assinantes e visa facilitar o acesso a experimentos e códigos, promovendo a colaboração na comunidade científica.
A Cortical Labs, empresa australiana, lançou o CL1, o primeiro computador biológico comercial, que utiliza neurônios cultivados em laboratório para processar informações. Este dispositivo visa não apenas avanços em pesquisa médica, mas também uma significativa redução no consumo de energia, utilizando entre 850 e 1.000 watts, em comparação com os 3,7 milhões de watts consumidos por unidades de processamento gráfico convencionais.
O CL1 foi projetado para auxiliar no desenvolvimento de medicamentos, permitindo que cientistas estudem a reação dos neurônios a diferentes compostos. O fundador da Cortical Labs, Hon Weng Chong, destacou que a máquina pode oferecer insights sobre como os neurônios processam informações e aprendem em tempo real, além de contribuir para a compreensão de doenças neurodegenerativas.
O funcionamento do CL1 é mantido por um sistema que regula gases, temperatura e nutrientes, simulando as condições naturais do corpo humano. O dispositivo possui um design futurista, com um peso de quase 6 quilos e um painel touchscreen que exibe informações sobre seu estado. O preço do CL1 é de aproximadamente R$ 35 mil, sendo destinado a pesquisadores e laboratórios, e não ao consumidor comum.
A empresa também planeja lançar a Cortical Cloud em julho de 2025, permitindo que pesquisadores manipulem neurônios remotamente. Essa plataforma já conta com mais de 1.000 assinantes e visa democratizar o acesso a experimentos e códigos, promovendo a colaboração na comunidade científica.
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