A Openlayer, uma startup de ex-funcionários da Apple, acaba de levantar US$ 14,5 milhões em uma rodada Série A, liderada pela Race Capital, com a participação de outros investidores. A empresa, que já havia captado US$ 4,8 milhões em 2023, oferece uma plataforma para auditar e monitorar modelos de inteligência artificial, ajudando empresas a identificar problemas e garantir a qualidade dos dados. O CEO Gabriel Bayomi, que co-fundou a Openlayer com Rishab Ramanathan e Vikas Nair, afirmou que a startup planeja aumentar sua receita em cinco vezes até 2025, focando em setores como bancos e e-commerce. A empresa já atende clientes nos Estados Unidos e no Brasil, e está expandindo para outros países da América Latina. Com os novos recursos, a Openlayer pretende estruturar seu modelo de vendas e aumentar sua equipe, visando um crescimento sustentável.
A Openlayer, startup de auditoria e monitoramento de inteligência artificial, concluiu uma rodada Série A de US$ 14,5 milhões, liderada pela Race Capital. O aporte contou com a participação de NXTP, Mindset, Y Combinator, Quiet Capital e Wayra Brasil. Fundada por ex-funcionários da Apple, a empresa busca expandir sua receita em cinco vezes até 2025, focando em setores como bancos e e-commerce.
A Openlayer, co-fundada por Gabriel Bayomi, Rishab Ramanathan e Vikas Nair, oferece uma plataforma que identifica falhas e viéses em modelos de inteligência artificial. Bayomi destacou que a falta de ferramentas eficazes para garantir a qualidade desses modelos foi um dos motivadores para a criação da startup. “Se até a Apple enfrentava esse desafio, imaginamos que o problema seria ainda mais amplo no mercado”, afirmou.
Atualmente, cerca de 70% da receita da Openlayer provém do mercado norte-americano, com clientes como Birdie, eBay e Hurb. A empresa está em expansão para outros países da América Latina, com pilotos em andamento no México, Colômbia e Argentina. A estratégia de crescimento inclui escalar a equipe de vendas e adotar um processo estruturado para atender a demanda crescente.
A entrada da Wayra Brasil foi estratégica, visando atender a demanda interna do grupo Telefónica. O investimento foi motivado pela necessidade de uma plataforma para monitoramento e validação de inteligência artificial. A tecnologia será utilizada em aplicações internas da Vivo e em operações do grupo em países como Espanha e Alemanha.
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