A China anunciou novas regras sobre o uso de inteligência artificial nas escolas. Alunos do ensino fundamental não podem usar ferramentas de IA sem supervisão, mas professores podem usar a tecnologia para ajudar no ensino. Estudantes do ensino médio podem explorar mais a IA, enquanto cópias de conteúdo gerado por IA em tarefas escolares são proibidas. As escolas devem criar uma lista de ferramentas de IA permitidas. Essas diretrizes visam promover um uso mais seguro e adequado da tecnologia na educação. O uso de IA tem crescido na China, especialmente após o lançamento de chatbots locais.
BEIJING — Novas diretrizes educacionais da China restringem o uso de inteligência artificial generativa nas escolas. As regras, divulgadas em um relatório do governo local, proíbem que alunos do ensino fundamental utilizem essas tecnologias de forma irrestrita, permitindo apenas o uso supervisionado por professores.
Estudantes do ensino médio têm permissão para explorar a tecnologia, enquanto o uso de conteúdo gerado por IA em tarefas escolares é banido. As diretrizes visam promover uma educação “científica” e “padronizada” em diferentes níveis de ensino, conforme mencionado pelo jornal oficial do Partido Comunista Chinês, o People’s Daily.
As novas regras foram publicadas em meio ao crescente uso de IA no país, especialmente após o lançamento de chatbots locais, como o DeepSeek, que se tornou popular desde janeiro. Empresas como Tencent e ByteDance também introduziram aplicativos semelhantes, aumentando a aceitação da tecnologia nas escolas.
A implementação dessas diretrizes reflete a preocupação do governo em regular o uso de tecnologias emergentes no ambiente escolar, garantindo que a educação se adapte às novas ferramentas, mas de forma controlada e supervisionada.
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