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Invenções que parecem de ficção científica, mas já são realidade

Desde teletransporte até cachorros robôs, essas novas tecnologias parecem vir de um futuro distante

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O futuro das tecnologias já está presente em nossas vidas, com inovações que antes pareciam impossíveis. Implantes neurais são dispositivos que podem ser colocados no cérebro para tratar problemas neurológicos e permitir que pessoas com paralisia controlem equipamentos com a mente, como demonstrado pela Neuralink de Elon Musk. O teletransporte quântico permite transferir informações entre partículas sem mover a matéria, e em 2024, cientistas conseguiram fazer isso usando um cabo de fibra óptica de 30 km. A tecnologia Li-Fi usa luz para transmitir dados, oferecendo uma alternativa ao Wi-Fi com menos interferências. Por fim, o cão-guia robô chamado “Lysa”, criado no Brasil, ajuda deficientes visuais com motores, sensores e inteligência artificial, sem depender de um animal vivo. Essas inovações mostram como a ficção científica está se tornando realidade e mudando nosso cotidiano.

Seja em filmes, livros ou qualquer outro tipo de mídia, o futuro sempre parece muito distante — especialmente em relação às tecnologias. Carros voadores, óculos de raio-x, todas essas criações soam como puro fruto da criatividade exagerada para ilustrar o avanço de uma sociedade. Mas, atualmente, muitas dessas inovações, que antes pareciam completamente utópicas, já estão presentes no mundo real. Confira a seguir quatro dessas novas tecnologias.

1.Implantes Neurais

Implantes neurais são pequenos dispositivos inseridos cirurgicamente no cérebro de um ser vivo. Tecnologias como essa podem tratar distúrbios neurológicos, auxiliar em pesquisas sobre o cérebro e permitir conexões diretas entre mente e máquina — tudo ao atuar diretamente na atividade neural, seja estimulando, influenciando, registrando ou modulando sinais. Nos últimos anos, Elon Musk chamou atenção nessa área com o protótipo desenvolvido pela Neuralink, voltado a permitir que pessoas com paralisia ou dificuldades de mobilidade controlem equipamentos externos — como computadores e celulares — por meio da própria atividade cerebral.

2. Teletransporte Quântico

O teletransporte quântico consiste na transferência de informações sobre o estado de uma partícula para outra, sem a necessidade de mover matéria fisicamente. Isso é possível por meio do emaranhamento quântico — fenômeno em que duas partículas ficam tão conectadas que a alteração no estado de uma afeta imediatamente o estado da outra, mesmo que estejam separadas por grandes distâncias. Por mais que pareça algo irreal, saído de um filme, em 2024 cientistas conseguiram realizar esse feito usando um cabo de fibra óptica com 30 km de extensão, transmitindo informações de uma ponta a outra.

3. Li-Fi

Li-Fi é a sigla para “Light Fidelity” e utiliza luz e raios infravermelhos para transmitir informações. Essa tecnologia funciona de forma semelhante ao Wi-Fi na transferência de dados, como sugere a semelhança dos nomes, mas oferece um potencial maior, pois não sofre interferências eletromagnéticas.

4. Cão-Guia robô

Finalizando com uma invenção brasileira, a “Lysa” foi o nome dado ao cão-guia robô, criado por um grupo do Espírito Santo, na região sudeste do país. A função desta tecnologia é justamente servir como um apoio para deficientes visuais, mas sem a intervenção direta de um ser vivo como é o caso dos cães guias comuns. Esses robôs contam com 2 motores, 5 sensores, câmeras e inteligência artificial.

Com novas invenções surgindo a cada dia, a utopia das ficções científicas prometem se aproximar cada vez mais da realidade, e de moldar a forma como nós vivemos, seja no nosso dia a dia ou ajudando com problemas que antes pareciam impossíveis.

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