Dois homens foram acusados de usar um programa de inteligência artificial para planejar um ataque a uma clínica de fertilidade em Palm Springs. O principal suspeito, Guy Edward Bartkus, pesquisou como fazer explosões poderosas com produtos químicos. Ele morreu na explosão, que feriu quatro pessoas. Outro homem, Daniel Park, foi preso por ajudar Bartkus a obter os materiais para a bomba. Este é o segundo caso este ano em que a polícia relaciona o uso de IA a um atentado. Em janeiro, um soldado usou um programa de IA para planejar uma explosão em Las Vegas. Após esses incidentes, empresas de tecnologia estão sendo pressionadas a garantir que suas ferramentas de IA sejam usadas de forma responsável.
Dois homens foram acusados de planejar um atentado a uma clínica de fertilidade em Palm Springs, utilizando um programa de inteligência artificial generativa. O ataque ocorreu no mês passado e resultou na morte de um dos suspeitos, Guy Edward Bartkus, e ferimentos em quatro pessoas.
De acordo com autoridades federais, Bartkus pesquisou informações sobre como criar explosivos potentes com nitrato de amônio e combustível. A aplicação de IA utilizada não foi identificada. Daniel Park, um homem de Washington, foi preso em Nova York por supostamente fornecer grandes quantidades de produtos químicos para o carro-bomba que causou a explosão.
O FBI revelou que Bartkus usou seu celular para buscar dados sobre “explosivos, misturas de diesel e gasolina e velocidade de detonação”. Este caso é o segundo em que a polícia relaciona o uso de IA a um atentado neste ano. Em janeiro, um soldado explodiu um veículo em Las Vegas, utilizando o ChatGPT para obter informações sobre a montagem de explosivos.
Após o incidente em Las Vegas, a OpenAI expressou sua consternação pelo uso de sua tecnologia em atividades ilegais e reafirmou seu compromisso com o uso responsável de ferramentas de IA. O crescimento do uso de IA generativa tem gerado preocupações sobre a segurança, levando empresas a implementar medidas adicionais para evitar abusos.
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