O bitcoin deve terminar junho com a menor alta mensal desde julho de 2024, com uma valorização de menos de 2%. Atualmente, a moeda está abaixo de US$ 107 mil, após ter alcançado um recorde de US$ 109,7 mil em maio. Dados mostram que investidores de varejo estão vendendo suas participações, enquanto investidores institucionais estão comprando mais, especialmente por meio de ETFs, que receberam US$ 3,9 bilhões em aportes em junho. Essa pressão de venda dos pequenos investidores contrasta com a compra dos institucionais, resultando em um crescimento limitado. O mês também foi marcado por volatilidade, com o preço do bitcoin caindo brevemente abaixo de US$ 100 mil devido a tensões no Oriente Médio, mas conseguiu se recuperar parcialmente. Apesar disso, a valorização mensal deve ser a menor de 2025, refletindo um período de correção após o bom desempenho em maio, que já havia sido precedido por quedas nos preços entre janeiro e abril.
O bitcoin deve encerrar junho com a menor alta mensal desde julho de 2024, apresentando uma valorização acumulada de menos de 2%. A cotação atual da criptomoeda está abaixo dos US$ 107 mil, refletindo um desempenho modesto após o recorde de US$ 109,7 mil em maio.
Dados da plataforma Glassnode revelam uma divergência entre investidores de varejo e institucionais. Enquanto pequenos investidores e “baleias” estão vendendo suas participações, os investidores institucionais estão aumentando suas compras, especialmente em ETFs. Em junho, os ETFs de bitcoin registraram US$ 3,9 bilhões em aportes, com uma sequência de 13 dias consecutivos de investimentos.
A pressão de venda gerada pelo varejo contrasta com a pressão de compra dos institucionais, resultando em um cenário de alta, mas com crescimento limitado. O mês de junho também foi marcado por volatilidade, com o preço do bitcoin caindo brevemente abaixo dos US$ 100 mil devido a tensões no Oriente Médio, que aumentaram a aversão ao risco no mercado.
Com a desescalada dos conflitos na região, a criptomoeda conseguiu recuperar parte das perdas, evitando um saldo negativo. Apesar disso, a valorização mensal deve ser a menor de 2025, refletindo um período de correção após o forte desempenho em maio. Entre janeiro e abril, o ativo já havia enfrentado saldos negativos e quedas nos preços.
Entre na conversa da comunidade