- A Google está avaliando atualizações para permitir que editores optem por não ter recursos de IA generativa no Search.
- No Reino Unido, a CMA abriu consulta sobre forçar o Google a oferecer esse opt-out, após ter concedido à empresa status estratégico de mercado no ano passado.
- Ron Eden, responsável de gestão de produto da Google, disse que o objetivo é manter a utilidade do Search para quem busca informações rápidas, sem impedir que sites gerenciem seu conteúdo.
- A mudança ocorre em meio a escrutínio regulatório sobre a integração de IA em buscas e direitos de conteúdo.
Google avalia permitir que editores optem por não usar recursos de IA na pesquisa, ao menos no Reino Unido, após a CMA abrir uma consulta sobre obrigar a empresa a adotar essa prática, em meio a status de mercado estratégico reconhecido no país.
A CMA lançou a consulta sobre condutas que podem forçar o Google a adotar medidas para reduzir impactos da IA integrada à busca. A medida ocorre em meio a pressões regulatórias sobre o papel dominante da empresa.
Ron Eden, responsável de gestão de produtos do Google, informou que a empresa está estudando atualizações de controle que possibilitem aos sites sair das funções de IA gerativa da busca. O objetivo é manter a utilidade da busca rápida, sem perder ferramentas de gestão de conteúdo para os editores.
A iniciativa sinaliza alinhamento com o escrutínio regulatório vigente no Reino Unido. Não há ainda definição de cronograma ou de como ficará a implementação para editores e usuários.
A Google não confirmou detalhes operacionais, mas afirmou manter seu foco em tornar a busca útil para quem busca informações rapidamente, equilibrando as necessidades dos sites que publicam conteúdo.
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