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Ucrânia avança no desenho de seu escudo antiaéreo inspirado no de Israel

Ucrânia avança no desenho do escudo antiaéreo inspirado no de Israel, enfrentando o desafio de defender território cerca de trinta vezes maior que o israelense

Un piloto de drones ucranio hace el seguimiento del vuelo de uno de estos aparatos a través de una pantalla.
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  • A Ucrânia avança no design do seu escudo antiaéreo, inspirado no modelo israelense, para combater drones com radares, mísseis e guerra eletrônica, adaptando-se às capacidades locais.
  • O principal desafio é que o território ucraniano é cerca de trinta vezes maior que Israel, o que exige soluções tecnológicas e logísticas diferentes.
  • Israel tem sido cauteloso em fornecer o escudo integrado, citando preocupações com Iran e manipulação de tecnologia; Netanyahu discute o tema de forma contida com Zelenski.
  • Países europeus, Arábia Saudita e Estados Unidos mostram interesse na tecnologia ucraniana; drones interceptores ukrainos já demonstram maior eficácia que apenas defesas terrestres tradicionais.
  • Irã ameaçou a Ucrânia por apoiar Israel, destacando a complexa reação regional em torno do uso de drones e da cooperação militar entre as nações envolvidas.

Ucrânia avança no desenho de um escudo antiaéreo inspirado no modelo israelense, tentando adaptar a proteção a um território cerca de 30 vezes maior que Israel. O objetivo é reduzir danos causados por drones e mísseis na defesa aérea.

Segundo autoridades de Kiev, o projeto busca combinar radares, interceptores e defesa cibernética, usando tecnologia própria e aporte ocidental. O desafio envolve adaptar o sistema a um território vasto e a uma infraestrutura diversa.

O governo ucraniano informou que Israel confirmou interesse em discutir o tema diretamente com o presidente Volodímir Zelenski. A notícia surge após contatos prévios com outros aliados sobre cooperação tecnológica.

Contato com Israel

O embaixador ucraniano em Tel Aviv, Yevgen Kornichuk, indicou que Netanyahu quer tratar do assunto com Zelenski em breve. Kiev ressalta que a cooperação seria estritamente defensiva, sem intenções de atacar.

Netanyahu tem mostrado cautela para manter boas relações com a Rússia, destacada como potência com peso regional. Fontes israelenses destacam necessidade de equilíbrio político entre aliados.

Netanyahu tem reiterado, em declarações anteriores, preocupação de que sistemas avançados acabem em mãos erradas. Ainda assim, reconheceu ajuda de alerta para prevenir baixas em ataques aéreos.

Contexto estratégico

Ucrânia tem enfrentado ataques intensos da Rússia, com drones e mísseis em grandes levas. Autoridades destacam a necessidade de soluções rápidas para reduzir perdas civis e militares.

O novo elenco de autoridades, liderado por Pavlo Yelizarov, subcomandante da Força Aérea, afirma que a solução deve funcionar com tecnologia disponível e com suprimentos ocidentais. O objetivo é uma defesa proativa.

Drones interceptores já demonstram eficácia parcial, com derrubas de drones inimigos estimadas em cerca de 50% em áreas de fronteira. A estratégia inclui unidades móveis de defesa antiaérea.

Panorama internacional

A busca por sistemas anti-drones tem despertado interesse de Estados Unidos, Arábia Saudita e outros operadores regionais. Empresas ucranianas, como a Wild Hornets, foram citadas como fornecedoras, mas negam produção suficiente para atender a demanda externa.

A Aramco, maior petroleira do mundo, tem sido apontada como potencial compradora de drones interceptores, segundo veículos de imprensa internacionais. Uma empresa local nega capacidade de suprir grandes volumes.

Situação no terreno

Zelenski confirmou que três equipes especializadas estão envolvidas na defesa anti-drones, com presença em bases na região. Oficiais enfatizam que o trabalho é amplamente defensivo e não envolve ataques a Irã.

O presidente também informou que militares, engenheiros e especialistas permanecem em contato com diversas instituições militares estrangeiras. O objetivo é fortalecer a proteção sem comprometer a soberania ucraniana.

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