- Zero 10, a iniciativa de arte digital da Art Basel, abre sua edição suíça após estrear em Miami Beach em 2025 e passar pela edição de Hong Kong neste ano.
- A co-curadoria fica a cargo do artista Trevor Paglen e do diretor de arte digital Eli Scheinman.
- O objetivo é debater o ceticismo em relação à arte digital, ampliando a discussão sobre como o meio é produzido e apresentado.
- A curadoria busca oferecer uma visão histórica da arte digital, incluindo artistas ativos nas décadas de cinquenta, sessenta e setenta.
- Trabalhos como o de Vera Molnár (25 Carrés, 1990) e falas de artistas como DEAFBEEF destacam a convivência entre práticas históricas e estruturas institucionais contemporâneas.
Primeira edição suíça de Zero 10, a iniciativa de arte digital da Art Basel, abre as portas após estrear em Miami Beach em 2025 e passar por Hong Kong neste ano. A proposta é apresentar obras digitais dentro da feira.
A curadoria ficou a cargo do artista Trevor Paglen e do diretor de arte digital Eli Scheinman. Eles promovem um debate sobre o ceticismo em relação à arte digital, buscando evidenciar o processo de criação por trás das telas.
A ideia é mostrar que a arte digital envolve técnicas tradicionais e medições digitais, conectando passado e presente. A mostra oferece uma leitura histórica, com parte das obras associadas a nomes que atuavam nos anos 1950 a 1970.
Destaque para Vera Molnár, pilar da arte algorítmica, cuja obra está em exibição com curadoria de Oniris.art e Interface Gallery. Molnár falece em 2023, consolidando o cânone da prática digital clássica.
Entre os artistas, também aparece DEAFBEEF, artista que transita entre NFTs e instituições como o Toledo Museum of Art e o Lacma. A obra do artista é apresentada como mais uma forma de comunicação na feira.
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