- Rory Amon, ex-deputado de New South Wales, encara júri por dez acusações ligadas a supostos atos sexuais com um rapaz de 13 anos em 2017, em Sydney.
- O ex-político, hoje com 36 anos, nega ter sabido da idade da vítima e afirma ter agido conforme sua crença de que o garoto tinha pelo menos 16 anos.
- Segundo a acusação, os encontros ocorreram em junho e julho de 2017, no apartamento da vítima, com as ações sexuais dentro de um banheiro do estacionamento.
- Amon admite ter conhecido o rapaz por meio de um aplicativo de encontros gay e ter conversado com ele pelo Snapchat, mas sustenta que não houve conhecimento da idade.
- O julgamento, alegações que incluem cinco crimes de relação sexual com menor, continua na corte suprema de New South Wales; o ex-político foi preso em agosto de 2024.
Rory Amon, ex-político de NSW, vai a júri em Sidney sob acusações de abuso sexual envolvendo um adolescente de 13 anos em 2017. O caso é julgado pela Suprema de Nova Gales do Sul, com Amon respondendo a 10 acusações, incluindo cinco de relação sexual com menor de idade e duas de tentativa de relação sexual.
Segundo a promotoria, o garoto, que estava no ano 8, conheceu Amon em um aplicativo de namoro gay e, depois, no Snapchat. Os encontros ocorreram em duas ocasiões no apartamento do adolescente, ligado a um estacionamento, na região dos sétimos distritos de Sydney. Airdressas teriam ocorrido em um banheiro comunitário ligado ao estacionamento.
O Ministério Público sustenta que, no primeiro encontro, Amon colocou a mão do garoto em seus genitais e solicitou relação sexual. No segundo encontro, teriam ocorrido atos sexuais adicionais com o uso de uma toalha. Em ambos, o ex-político teria deixado o local antes do adolescente subir para casa.
Defesa e versão apresentada
A defesa afirma que Amon não sabia da idade real do adolescente ao encontrá-lo. O advogado de defesa, Matthew Johnston, sustenta que o ex-político acreditava, com base no que foi informado pelo rapaz, que ele tinha pelo menos 16 anos, o que seria suficiente para considerar uma idade acima de 18 para o cadastro no site. Amon admitiu ter conhecido o adolescente por meio de um aplicativo de namoro, porém negou que soubesse da idade.
Johnston também disse que o ex-político reconheceu conversas com o adolescente no Snapchat e que o encontro ocorreu apenas uma vez, contrariando a acusação de dois encontros. O réu nega ter planejado ou realizado qualquer ato sexual com o jovem sabendo da idade dele.
O jovem relatou à escola, a um psiquiatra, aos pais e a amigos na época sobre o que teria acontecido, mas não registrou queixa formal às autoridades até anos depois, quando Amon já era vereador. Amon foi preso em agosto de 2024 e nega as acusações de abuso indecente.
O julgamento segue em andamento na jurisdição de NSW.
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