- Chainlink subiu mais de 14% na quarta-feira, recuperando de cerca de $8,20 para ~ $9,25 a $9,50, maior preço desde 5 de fevereiro.
- O salto é impulsionado pela integração com a Canton Network para tokenização de ativos do mundo real e por fluxos institucionais contínuos em ETFs de LINK à vista.
- Reguladores ganham apoio: a ex-advogada da empresa na área regulatória ingressou na força-tarefa de criptomoedas da SEC, e o CEO Sergey Nazarov passou a fazer parte do Comitê Consultivo de Inovação da CFTC.
- O fundo Grayscale Chainlink Trust (GLNK) passa a ter ativos de aproximadamente $61 milhões.
- Perspectivas técnicas indicam quebra acima de US$ 9,16, com zonas de resistência próximas a US$ 10, além de potenciais alvos de US$ 17,50 e US$ 25, dependendo da continuidade da alta.
O token LINK registrou alta de cerca de 14% nesta quarta-feira, após tocar o menor nível em torno de US$ 8,20 na manhã de terça-feira UTC. Em 24 horas, a cotação atingiu até US$ 9,50, recuando para aproximadamente US$ 9,25 neste momento. A recuperação eleva o preço próximo do maior patamar desde 5 de fevereiro.
O movimento vem de dois impulsos simultâneos. Primeiro, a integração com a Canton Network facilita fluxos de dados de ativos do mundo real para Chainlink. Segundo, há entradas institucionais contínuas em ETFs de LINK à vista, ajudando a sustentar a demanda por LINK no curto prazo.
Além disso, Chainlink vem ganhando visibilidade regulatória. Em fevereiro, o ex-advogado da empresa, Taylor Lindman, ingressou na força-tarefa de cripto da SEC, enquanto o fundador e CEO Sergey Nazarov passou a integrar o Comitê Consultivo de Inovação da CFTC.
O que impulsiona a movimentação
- Abertura de fluxos de dados institucionais via Canton Network, incluindo ações, provas de reserva e suporte ao CCIP.
- Crescimento de ativos em fundos ligados ao Chainlink, como o Grayscale GLNK, que mantém ativos superiores a US$ 61 milhões, contrariando saques de ETFs.
- Análise técnica aponta necessidade de manter US$ 9,16 para validar a fuga de condições de sobrevenda.
Panorama mais amplo
A parceria com a Canton Network indica maior enraizamento da infraestrutura do Chainlink, deslocando o foco de apenas feeds de preço para a conectividade com capital institucional. A circulação de ativos institucionais soma-se a reservas estratégicas da própria rede, que já ultrapassam 2,17 milhões de tokens, avaliados em mais de US$ 20 milhões.
Grayscale e Bitwise ampliam participação: o GLNK já supera US$ 70 milhões, enquanto o CLNK fica acima de US$ 11 milhões. Em um mês em que ETFs de Bitcoin registraram saídas expressivas, os produtos ligados ao LINK acumulam capital.
Olhando adiante
Se o preço romper a barreira psicológica de US$ 10, o próximo desafio fica em torno de US$ 17,50 e US$ 25. Em sentido oposto, uma queda abaixo da média móvel de 30 dias pode expor suportes em torno de US$ 7,50.
Observação: a evolução do LINK permanece, em parte, ligada ao desempenho do Bitcoin e de todo o ecossistema cripto, independentemente das novidades regulatórias ou da Canton Network.
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