- O primeiro-ministro de Greenland disse que existem linhas vermelhas nos diálogos com os EUA, sem detalhar quais.
- Garantir mais vigilância e segurança na região foi apontado como necessário diante do comportamento da Rússia.
- Dinamarca, Greenland e EUA devem se reunir para encontrar uma solução para a crise.
- O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou apoio à defesa reforçada no Ártico e à vigilância aumentada pela Otan.
- A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, ressaltou a importância de uma Europa unida e de manter a parceria transatlântica diante da resistência russa.
Greenland ressalta necessidade de mais vigilância na região diante de atuação russa, com negociações em curso com EUA. O primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen afirmou que há linhas vermelhas inegociáveis, apesar da busca por acordo em meio à pressão externa.
Nielsen e a primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen estiveram em Paris para encontro com o presidente francês Emmanuel Macron, buscando apoio à pressão dos EUA sobre a Groenlândia, território da Dinamarca há séculos. Macron reforçou a defesa ártica e a cooperação com a OTAN.
A pauta envolve reforçar postura de defesa no Ártico, citando a atuação da Rússia e a presença econômica da China como fatores que elevam o risco estratégico na região. França sinalizou disposição de aumentar vigilância e participação da OTAN.
Desenvolvimento estratégico na região
Frederiksen destacou que a crise mostrou unidade europeia diante de exigências de Washington, inclusive sobre tarifas. Ela afirmou que a Europa precisa estar mais coesa e afirma que a Rússia não busca a paz, defendendo maior integração transatlântica para enfrentar possíveis cenários futuros.
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