- O ciclone Gezani deixou pelo menos 59 mortes em Madagascar na semana passada, segundo a Agência de Gestão de Desastres.
- A missão de gestão de riscos informou 16.428 pessoas desalojadas, 15 desaparecidas, 804 feridas e 423.986 classificadas como afetadas.
- Gezani é o segundo ciclone tropical a atingir o país neste ano, após Fytia, que causou 14 mortes e deslocou mais de 31 mil pessoas.
- No auge, ventos sustentados chegaram a cerca de 185 km/h, com rajadas próximas de 270 km/h.
- Autoridades editaram alerta vermelho para o distrito de Ampanihy, com previsão de passagem a cerca de 100 quilômetros da costa e ventos de aproximadamente 65 km/h, sem chuva intensa prevista.
O ciclone Gezani deixou pelo menos 59 mortos em Madagascar na semana passada, segundo o gabinete de gestão de desastres. A avaliação aponta ainda 16.428 deslocados, 15 pessoas desaparecidas, 804 feridos e 423.986 afetados.
Gezani foi o segundo ciclone tropical a atingir o país neste ano, vindo após Fytia, que matou 14 pessoas e deslocou mais de 31 mil pessoas, conforme a agência da ONU para assuntos humanitários.
O sistema teve seu pico com ventos sustentados de cerca de 185 km/h e rajadas perto de 270 km/h, potentes o bastante para arrancar telhas metálicas e derrubar árvores grandes. Seguiu pelo Channel de Moçambique rumo ao oeste.
O ciclone então virou para leste, voltando a se aproximar de Madagascar, com previsão de novo desembarque na região sul-ocidental na segunda-feira.
Alerta e próximos desdobramentos
Autoridades anunciaram alerta vermelho no distrito de Ampanihy, no sudoeste de Madagascar, com aproximação a cerca de 100 km da costa na noite de segunda-feira. O sistema deve trazer ventos de aproximadamente 65 km/h, sem chuva intensa prevista.
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