- A presidenta do México, Claudia Sheinbaum, prometeu enviar ajuda humanitária a Cuba nesta semana e explorar vias diplomáticas para enviar combustível ao povo cubano.
- Donald Trump assinou uma ordem executiva permitindo tarifas sobre países que vendem petróleo para Cuba e afirmou que Sheinbaum havia concordado em interromper envios, afirmação que ela negou.
- O México tem sido o principal fornecedor de petróleo de Cuba, ajudando a evitar uma crise energética na ilha.
- As tensões com os Estados Unidos aumentam, com ameaças de bloqueio de petróleo e discussões sobre mudanças de regime em Havana.
- Sem novos fornecimentos, Cuba poderia ficar sem combustível nas próximas três semanas, segundo dados citados pelo Financial Times.
O governo do México informou que enviará ajuda humanitária a Cuba nesta semana e que busca vias diplomáticas para enviar combustível ao povo cubano. A iniciativa ocorre mesmo diante de ações dos EUA para cortar o acesso ao petróleo à ilha.
Claudia Sheinbaum, presidente do México, negou que tenha discutido com o presidente Donald Trump a suspensão de remessas de petróleo. Em evento público no estado de Sonora, ela disse que o país não tratou do tema com Trump.
A tensão entre México e Estados Unidos se intensifica após a assinatura, por parte de Trump, de uma ordem executiva que autoriza tarifas sobre países que vendem petróleo para Cuba. A Casa Branca também sinalizou pressões adicionais sobre Havana.
Relações EUA-México e Cuba
Segundo analistas, o apoio mexicano a Cuba pode complicar a relação com Washington, já pressionado por questões regionais e pela recuperação econômica de Cuba, que enfrenta atraso no abastecimento de combustível.
Com a Venezuela reduzindo exportações, Cuba dependerá mais de parceiros como o México para o petróleo. Autoridades cubanas sinalizaram disposição para retomar cooperação bilateral com os EUA, caso haja acordo.
Contexto econômico de Cuba
Relatórios indicam que, sem novos suprimentos, Cuba pode enfrentar falta de combustível nas próximas semanas. A notícia altera o cenário energético da região e o equilíbrio entre as pressões norte‑americanas e as respostas diplomáticas de Havana.
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