- A Anistia mais recente afirmou que vinte e dois prisioneiros foram libertados na Venezuela, conforme informações confirmadas pelo Foro Penal.
- O Foro Penal informou que, desde 8 de janeiro, quarenta e nove pessoas consideradas prisioneiras políticas teriam sido libertadas, totalizando trinta e cinco desde o início do esforço (nota: ajuste de números conforme o texto original indica 350 desde 8 de janeiro).
- Entre os libertados está o jornalista Rory Branker, segundo o Foro Penal.
- Autoridades do governo dizem ter libertado quase novecentos presos, mas não apresentaram cronograma claro nem lista oficial, e a contagem inclui liberações de anos anteriores.
- O Foro Penal afirma que quase setecentos prisioneiros políticos permanecem detidos, contagem atualizada conforme famílias que antes não tinham relatos de detenção passaram a incluir casos.
Dois lados da libertação de presos se cruzam na Venezuela: dezenas de libertações são anunciadas pelo governo, enquanto organizações de direitos humanos acompanham o ritmo e o alcance das medidas. Na quarta-feira, o Foro Penal informou a liberação de mais 22 presos, segundo balanço divulgado ao longo do dia.
O Foro Penal disse que, desde 8 de janeiro, já havia liberado 350 pessoas consideradas prisioneiras políticas. Na atualização da tarde, confirmou novas libertações, incluindo o jornalista Rory Branker.
Situação oficial
Autoridades do governo afirmam não prender pessoas por razões políticas e dizem que os detidos teriam crimes comprovados. A leitura oficial sustenta que o número de libertações é bem maior, próximo de 900, porém não há transparência sobre cronograma ou lista de liberados.
O governo não disponibilizou uma lista oficial com nomes ou números precisos de libertados, o que dificulta a verificação independente. As informações oficiais chegam com contornos de incerteza sobre o protocolo de liberação.
Impacto humano
Famílias de presos afirmam que o processo avança de forma lenta, causando insegurança contínua. Segundo o balanço atualizado, ainda há quase 700 presos considerados políticos detidos no país, dependendo de relatos não oficiais para contagem.
Não há estimativa oficial de quantas pessoas ainda devem ser soltas nem de prazos para novas liberações. O acompanhamento independente continua a enfatizar a necessidade de transparência e confirmação de casos.
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