- Refugiados em todo o mundo enfrentam barreiras à liberdade religiosa, mesmo com esse direito assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.
- Especialistas apontam novas barreiras, como restrições legais, discriminação social e violência física, que dificultam a prática da fé.
- Esses obstáculos também impactam a saúde mental e o bem‑estar dos refugiados.
- O especialista Nuri Kino afirma que a liberdade religiosa é uma das primeiras coisas perdidas ao fugir e que há dificuldades para exercer a fé no novo país.
- É necessário esforço conjunto de governos, organizações internacionais e sociedade civil para proteger esse direito universal.
Refugiados enfrentam novas barreiras à liberdade religiosa em várias regiões do mundo, sinalizam especialistas. A prática de crenças é dificultada por mudanças políticas e atitudes de intolerância.
Segundo Nuri Kino, especialista em direitos humanos e refugiados, a liberdade religiosa costuma ser uma das primeiras perdas ao fugir de casa. Ele também aponta que, ao chegar a novos países, muitos refugiados encontram obstáculos para exercer a fé.
Especialistas destacam o efeito de políticas restritivas e discriminação social, que podem ampliar a vulnerabilidade dos refugiados e impactar saúde mental. As dificuldades variam conforme país, mas a tendência é de agravamento.
Barras à liberdade religiosa e respostas
Organizações internacionais, governos e sociedade civil precisam atuar de forma coordenada para assegurar que refugiados pratiquem sua fé com segurança. A defesa da liberdade religiosa é apresentada como parte essencial de direitos humanos universais.
A avaliação é de que a crise de direitos humanos demanda atenção global contínua. A proteção de refugiados e o respeito às crenças são vistos como componentes-chave para sociedades mais justas e inclusivas.
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