- Casas com painéis solares e baterias podem alimentar a rede, formando plantas virtuais de energia que ajudam a evitar apagões.
- Elas surgem em diferentes lugares, como complexos de apartamentos na Califórnia e em Utah, além de habitação pública na Austrália do Sul.
- No futuro, frotas de veículos elétricos também podem compor essas plantas virtuais.
- As plantas virtuais ajudam a substituir usinas movidas a combustíveis fósseis e fortalecem a rede contra desastres climáticos.
- Em resumo, o modelo distribui a geração de energia de forma mais ampla e resiliente, reduzindo vulnerabilidades locais.
Os próximos avanços em geração de energia passam por plantas virtuais formadas por casas com painéis solares e baterias. Essas redes distribuídas alimentam a rede elétrica e ajudam a evitar apagões, usando recursos já instalados em residências.
Moradores de imóveis, unidades públicas e até frotas de veículos elétricos são citados como participantes potenciais. A ideia é ampliar a capacidade de geração renovável sem depender de grandes usinas e reduzir emissões.
O funcionamento depende da interconexão de sistemas solares com armazenamento, distribuídos por regiões menores. Assim, a energia é enviada ao grid de forma flexível, aumentando a resiliência a desastres climáticos.
A aposta é que, no futuro, grandes frotas de veículos elétricos também integrem plantas virtuais. A abordagem busca substituição de usinas fósseis, melhorando a estabilidade do sistema elétrico diante de eventos extremos.
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