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Ministros podem reduzir exigência de tecnologia verde em casas na Inglaterra

Regulamento de casas na Inglaterra pode não exigir baterias, mantendo foco em painéis solares, isolamento e bombas de calor, com possível elevação dos custos de energia

Labour is expected to publish its future homes standard early in 2026.
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  • O future homes standard será publicado no início de 2026 e deve exigir painéis solares, boa isolação e bombas de calor em novas casas, com foco em reduzir carbono.
  • Os regulamentos devem permitir que casas sejam construídas sem a obrigatoriedade de baterias, apesar das vantagens de armazenamento de energia.
  • Baterias teriam custo entre £2.000 e £5.000 por unidade, mas podem reduzir contas de energia; estudo aponta economia em torno de £1.350 por ano em uma casa de três quartos com bomba de calor e painéis.
  • Construtoras pressionam contra a inclusão de baterias, buscando alternativas como válvulas de comutação ou uso de energia solar para aquecer água.
  • Especialistas ressaltam que não exigir baterias pode diminuir a eficiência e a economia para os moradores, com discussões sobre impactos na rede elétrica e retrofit; governo deve divulgar planos relacionados ao aquecimento eficiente junto com o FHS.

O future homes standard (FHS) deverá ser publicado no início de 2026 e imporá padrões mais rigorosos na construção de habitações na Inglaterra. A proposta inicial prevê painéis solares, boa isolação e bombas de calor em novas casas, com o objetivo de reduzir emissões de carbono e custos para moradores.

A notícia aponta que as regulamentações podem não exigir baterias de armazenamento, mesmo diante de vantagens econômicas. O custo estimado de instalação de baterias fica entre £2.000 e £5.000 por imóvel, mas o benefício é a redução de faturas de energia ao longo do tempo.

O FHS mantém as bombas de calor como regra comum nas novas construções. Painéis solares também devem constar na grande maioria dos projetos, enquanto a isolação de alto padrão continua sendo enfatizada para reduzir consumo energético.

O atraso na exigência de baterias tem sido alvo de debate entre especialistas e o setor de construção. Pesquisadores sugerem que o armazenamento de energia poderia melhorar a eficiência da rede elétrica, especialmente com maior integração de fontes renováveis intermitentes.

Organismos, construtoras e especialistas citados na análise destacam que a inclusão de baterias facilitaria a gestão da energia gerada localmente e reduziria dependência de importação de gás, além de potencialmente reduzir custos para os compradores.

Ao mesmo tempo, representantes do setor argumentaram que alternativas como a otimização do uso de energia solar e soluções de aquecimento podem reduzir custos sem exigir armazenamento direto de eletricidade.

Segundo fontes próximas ao tema, o governo deverá anunciar também o chamado warm homes plan, conjunto de medidas para melhorar a isolação de casas na Inglaterra, simultaneamente ao FHS, com foco em tornar moradias mais quentes e econômicas.

Especialistas destacam que a decisão sobre baterias pode impactar o desempenho da rede elétrica do país. Um armazenamento maior poderia equilibrar oferta e demanda, especialmente com maior probabilidade de variações na geração renovável.

Em resposta, um porta-voz do Ministério das Habitações, Comunidades e Governo Local disse que o FHS está em desenvolvimento e deve ser publicado no início de 2026, com o objetivo de tornar novas residências mais quentes, acessíveis e alinhadas à meta de neutralidade de carbono até 2050.

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