- O Ministério da Educação realizou o primeiro pagamento de bolsas do Programa Bolsa Permanência Mais Médicos, com 2.800 bolsas pagas referentes aos meses de março e abril, beneficiando 1.400 estudantes de medicina em vulnerabilidade socioeconômica, no valor de R$ 700 mensais.
- Na prática: o programa busca assegurar condições para a permanência de estudantes de baixa renda no curso de medicina, especialmente os de regiões vulneráveis.
- Na quarta-feira, 20 de maio, haverá um webinário ao vivo pelo canal oficial do MEC no YouTube para esclarecer fluxos e regras do programa a gestores, beneficiários e representantes estudantis.
- O governo estima que, em um ano, o investimento total alcance até R$ 13,3 milhões, assegurando apoio a mais de 1,5 mil estudantes vinculados ao Mais Médicos.
- A previsão é que, a partir do pagamento de maio, o programa atenda 1.588 beneficiários, superando o total inicial de 1.500 bolsas, com a intenção de zerar a fila de demanda por esse tipo de apoio.
O Ministério da Educação (MEC) abriu o ciclo de pagamentos das Bolsas Permanência do Mais Médicos nesta semana. Serão 2.800 bolsas referentes aos meses de março e abril, beneficiando 1.400 estudantes de medicina em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O valor mensal é de R$ 700.
O objetivo é manter alunos de baixa renda no curso, sobretudo aqueles de regiões vulneráveis afastadas dos grandes centros. A medida também visa fortalecer a oferta de serviços de saúde no país, prevenindo evasão que comprometa a formação de médicos.
Para esclarecer fluxos e regras, o MEC promove webinário nesta quarta-feira, 20 de maio, com transmissão ao vivo no canal oficial do MEC no YouTube. O encontro é direcionado a gestores, beneficiários e representantes estudantis.
Detalhes do pagamento e alcance
O investimento anual pode chegar a R$ 13,3 milhões, cobrindo mais de 1,5 mil estudantes vinculados ao Programa Mais Médicos. A previsão é ampliar, a partir de maio, para 1.588 beneficiados, superando as 1.500 bolsas iniciais.
Com a ampliação, o MEC pretende zerar a fila de demanda por esse tipo de apoio. A ideia é manter a permanência dos alunos até a conclusão do curso, reduzindo barreiras financeiras e geográficas.
Forma de pagamento e regulamentação
As bolsas são pagas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O dinheiro será encaminhado preferencialmente pela Poupança Social Digital, sem necessidade de cartões físicos.
O PBP-PMM foi regulamentado pela Portaria MEC nº 655/2025, com ajustes posteriores. Os procedimentos seguem a Resolução FNDE nº 25/2025, que orienta execução e controle das bolsas.
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