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Canadá adota a morte assistida em ritmo acelerado, superando o resto do mundo

- Sandra Demontigny viu seu pai, atleta, ser consumido pelo Alzheimer precoce. - A doença transformou seu pai em uma sombra, levando-o à morte aos 53 anos. - Recentemente, Sandra foi diagnosticada com Alzheimer aos 39 anos. - Ela busca evitar o sofrimento e a morte indigna que seu pai enfrentou. - Agora, Sandra encontra esperança em um tratamento que pode mudar seu destino.

Sandra Demontigny acompanhou a transformação de seu pai, um atleta vigoroso, em um homem debilitado pela doença de Alzheimer de início precoce. A condição o levou a comportamentos desorientados, como andar em direção a paredes e rastejar pelo chão. Ele faleceu aos 53 anos, com o rosto marcado por lágrimas de frustração. Ao ser diagnosticada […]

Sandra Demontigny acompanhou a transformação de seu pai, um atleta vigoroso, em um homem debilitado pela doença de Alzheimer de início precoce. A condição o levou a comportamentos desorientados, como andar em direção a paredes e rastejar pelo chão. Ele faleceu aos 53 anos, com o rosto marcado por lágrimas de frustração. Ao ser diagnosticada com a mesma doença fatal aos 39 anos, Demontigny fez uma promessa: não passaria pela morte indigna que seu pai enfrentou. Agora, ela encontra consolo ao saber que não terá esse destino.

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