O estresse levou 35% dos jovens britânicos entre 18 e 24 anos a solicitar licença do trabalho no ano passado, conforme levantamento da Mental Health UK. Os entrevistados relataram a necessidade de tempo para enfrentar a pressão e os desafios do ambiente profissional. A pesquisa destaca uma diferença significativa na forma como a geração Z […]
O estresse levou 35% dos jovens britânicos entre 18 e 24 anos a solicitar licença do trabalho no ano passado, conforme levantamento da Mental Health UK. Os entrevistados relataram a necessidade de tempo para enfrentar a pressão e os desafios do ambiente profissional. A pesquisa destaca uma diferença significativa na forma como a geração Z lida com o esgotamento, em comparação com outras faixas etárias.
Os dados mostram que a taxa de pedidos de licença por estresse diminui com a idade: 29% entre 25 e 34 anos, 25% para 35 a 44 anos, 14% para aqueles com mais de 45 anos e apenas 10% para pessoas acima de 55 anos. Brian Dow, presidente-executivo da Mental Health UK, alerta que os jovens enfrentam maior risco de estresse no trabalho e que a lacuna entre gerações está se ampliando, o que pode resultar na perda de talentos mais jovens.
No Brasil, a situação é alarmante, com o país sendo classificado como o quarto mais estressado do mundo, segundo o relatório global “World Mental Health Day 2024”. Uma pesquisa do ADP Research Institute revelou que 67% dos trabalhadores brasileiros enfrentam problemas relacionados ao estresse. Nas redes sociais, muitos jovens abaixo dos 25 anos compartilham suas dificuldades em gerenciar a saúde mental no ambiente de trabalho.
A Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde descreve que o estresse se desenvolve em três fases, embora o texto não forneça detalhes sobre essas fases. A crescente preocupação com a saúde mental no trabalho destaca a necessidade de adaptações nas políticas de suporte oferecidas pelas organizações, especialmente para atender às demandas da nova geração de trabalhadores.
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