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Microfábricas de impressão 3D transformam plástico reciclado em produtos inovadores para construção

- Veena Sahajwalla apresenta microfábricas que reciclam plásticos para construção. - Produtos são feitos de plásticos reciclados, aumentando a sustentabilidade. - Scott Brown revela caminhão de lixo movido a hidrogênio em Adelaide. - Previsão de queda nos preços de células de combustível em até 50%. - Inovações visam reduzir poluição e custos na indústria de transporte e construção.

A nova era das “microfábricas” de impressão 3D está transformando plásticos reciclados em produtos competitivos para a construção civil, conforme afirma Veena Sahajwalla, professora e diretora do Centro de Pesquisa e Tecnologia de Materiais Sustentáveis da UNSW. Em entrevista à CNBC, durante o Schneider Electric’s Sydney Innovation Summit, ela destacou que a sustentabilidade deve ser […]

A nova era das “microfábricas” de impressão 3D está transformando plásticos reciclados em produtos competitivos para a construção civil, conforme afirma Veena Sahajwalla, professora e diretora do Centro de Pesquisa e Tecnologia de Materiais Sustentáveis da UNSW. Em entrevista à CNBC, durante o Schneider Electric’s Sydney Innovation Summit, ela destacou que a sustentabilidade deve ser alinhada à lucratividade. Segundo Sahajwalla, o foco deve ser a performance e o custo, e não apenas a questão ambiental.

O SMaRT desenvolveu filamentos plásticos feitos de 100% de resíduos, provenientes de impressoras antigas, que são produzidos em microfábricas automatizadas. Esses locais têm a capacidade de criar produtos personalizados, como grampos utilizados em projetos de construção. Sahajwalla enfatizou a importância de reduzir o tempo de espera para a aquisição de peças, o que pode resultar em economia significativa para as empresas do setor.

Além disso, a tecnologia de caminhões e ônibus autônomos movidos a hidrogênio está se desenvolvendo rapidamente. Scott Brown, diretor da Pure Hydrogen, anunciou que a empresa já opera um caminhão de lixo movido a hidrogênio em Adelaide, que não emite poluição por diesel. Ele prevê uma queda nos preços das células de combustível nos próximos anos, com fabricantes como Honda, Toyota e Hyundai investindo mais nessa tecnologia.

Os preços das células de combustível já caíram cerca de 50% nos últimos três anos, e Brown acredita que a tendência de queda continuará, especialmente com o aumento da adoção de veículos movidos a hidrogênio na China. Dados da SME Research Group indicam que as vendas de veículos comerciais movidos a hidrogênio na China superaram as do resto do mundo, sinalizando uma mudança significativa no mercado automotivo global.

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