Pesquisadores do CTI Renato Archer, em Campinas, imprimiram uma versão muito pequena do Cristo Protetor, que mede apenas 106 micrômetros, sendo 410 mil vezes menor que a estátua original em Encantado, no Rio Grande do Sul. Essa miniatura é tão pequena que é menor que um grão de areia, mas pode ser vista a olho nu. Para ver os detalhes, é necessário usar um microscópio eletrônico. A impressora 3D usada para criar essa peça é a única do tipo no Hemisfério Sul e custou cerca de 2,7 milhões de reais.
O trabalho foi parte de testes do equipamento, que pode ser usado em várias áreas, como biotecnologia e fotônica. O físico Cláudio Yamamoto Morassuti, que trabalha no CTI, explicou que a impressão 3D é uma ferramenta importante para pesquisa. O material usado na impressão brilha, o que ajuda a ver e manusear as pequenas estruturas.
Além do Cristo, o CTI já imprimiu outros modelos em miniatura, como a Torre Eiffel, que na vida real tem 300 metros de altura. Essas impressões ajudam em testes de engenharia e no desenvolvimento de células e estruturas que imitam tecidos. A impressora tem uma resolução muito alta, permitindo criar objetos com detalhes minuciosos. A tecnologia usada para imprimir o Cristo é diferente de outra técnica que foi aplicada em um modelo de gêmeas siamesas. A nova impressora usa lasers para criar polímeros a partir de uma resina líquida, usando pulsos de luz muito rápidos para formar o material. Essa inovação traz novas oportunidades para a pesquisa em várias áreas.
Pesquisadores do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) em Campinas (SP) conseguiram imprimir uma versão microscópica do Cristo Protetor, que mede apenas 106 micrômetros, sendo 410 mil vezes menor que a estátua localizada em Encantado (RS). O modelo, menor que um grão de areia, é visível a olho nu, mas detalhes só podem ser observados com microscopia eletrônica. A impressora 3D utilizada, única no Hemisfério Sul, custou cerca de R$ 2,7 milhões.
A impressão foi realizada como parte de testes e ajustes do equipamento, que pode criar estruturas para diversas aplicações, desde biotecnologia até fotônica. O físico Cláudio Yamamoto Morassuti, que atua no CTI, destacou que a impressão 3D é uma plataforma para desenvolvimento de pesquisa, com potencial para atender a várias áreas. O material utilizado possui propriedades luminescentes, facilitando a visualização e o manuseio das pequenas estruturas.
Além do Cristo, o CTI já imprimiu outros modelos em escala reduzida, como a Torre Eiffel, que na vida real tem 300 metros de altura. As impressões servem como referência para testes de engenharia e desenvolvimento de células, vasos e estruturas que imitam tecidos moles e ósseos. A impressora tem uma resolução máxima de 220 nanômetros horizontal e 550 nanômetros vertical, permitindo a criação de objetos com detalhes minuciosos.
A tecnologia utilizada na impressão do Cristo é diferente da técnica de sinterização seletiva por laser (SLS), que foi aplicada em um biomodelo de gêmeas siamesas desenvolvido no CTI. A nova impressora combina lasers para sintetizar polímeros em uma resina líquida, utilizando pulsos de luz em femtossegundos para ativar a formação do polímero. Essa inovação abre novas possibilidades para a pesquisa e desenvolvimento em várias áreas tecnológicas.
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