Cecilia Suárez, atriz mexicana de 53 anos, tem se destacado em Hollywood e na ficção espanhola, especialmente pela série “La casa de las flores”. Recentemente, ela estreou no thriller “El jardinero” da Netflix, onde interpreta uma mãe controladora que pressiona seu filho a se tornar um sicário. Suárez fala sobre a maternidade não idealizada e a falta de empatia na sociedade, ressaltando que muitas mães egoístas priorizam suas próprias necessidades em detrimento dos filhos. Ela também discute a dificuldade de equilibrar carreira e maternidade, destacando que, durante os primeiros anos de vida de seu filho, evitou viajar para se dedicar a ele. Suárez acredita que as mulheres precisam de um equilíbrio melhor entre vida profissional e familiar. Ela reflete sobre a pressão estética que vem com a idade e como aprendeu a aceitar seu corpo ao longo do tempo. Além disso, critica a falta de sensibilidade na sociedade atual, especialmente em relação ao impacto da internet nas novas gerações. Suárez, que é embaixadora da Iniciativa Spotlight da ONU, expressa sua determinação em lutar contra a violência de gênero, afirmando que essa luta é importante para todos, não apenas para as mulheres. Ela observa que o patriarcado afeta negativamente tanto homens quanto mulheres, e que é necessário um esforço coletivo para promover a igualdade.
Cecilia Suárez, atriz mexicana de cinquenta e três anos, estreou recentemente em “El jardinero”, um thriller da Netflix. Na produção, ela interpreta uma mãe controladora que pressiona seu filho a se tornar um sicário. A série aborda a maternidade não idealizada e a falta de empatia na sociedade atual.
Suárez, que se destacou em “La casa de las flores”, tem se mudado frequentemente entre o México e a Espanha. Ela afirma que a pressão social sobre as mulheres e a violência de gênero são temas que precisam ser discutidos. “Me interessava explorar uma maternidade não idealizada, de que não se fala”, disse a atriz.
A atriz também comentou sobre sua experiência como mãe e profissional. Durante os primeiros nove anos de vida de seu filho, ela evitou viajar para priorizar a maternidade. “Tanto minha carreira quanto minha maternidade são importantes, mas ser mãe é o que mais importa”, afirmou.
Reflexões sobre a sociedade
Suárez destacou a crescente falta de empatia na sociedade, especialmente entre as novas gerações. Ela acredita que a tecnologia e a educação atual contribuem para essa desconexão emocional. “Precisamos repensar o uso da tecnologia nas escolas”, sugeriu.
Além disso, a atriz é embaixadora da Iniciativa Spotlight da ONU, que visa erradicar a violência contra a mulher. Ela enfatizou que o patriarcado afeta não apenas as mulheres, mas todos os gêneros. “O patriarcado é uma mentira que aprisiona a todos”, afirmou.
Suárez continua a trabalhar em projetos que abordam questões sociais e de gênero, mantendo sua agenda cheia de compromissos. A atriz se mostra otimista, apesar dos desafios, e acredita na importância de continuar a luta pela igualdade e pela empatia na sociedade.
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