O movimento Greve das Redes, criado por Vera Iaconelli e Pedro Inue, promove uma desconexão digital para conscientizar sobre o uso excessivo das redes sociais. A segunda edição da greve acontecerá no dia 25 de maio, com a proposta de que as pessoas fiquem longe dos celulares por 24 horas. Vera, que é psicanalista, explica que a ideia é incentivar boas práticas nas redes, que são importantes, mas podem ser prejudiciais se usadas de forma errada. A primeira greve, realizada em abril, teve uma boa adesão e muitos pedidos para mais eventos. Os organizadores estão criando diferentes níveis de desconexão, como ficar sem Instagram ou até mesmo sem celular. As artes criativas de Inue, que chamam a atenção, são usadas para divulgar a greve e provocar reflexão sobre o uso das redes. Ele também utiliza inteligência artificial para criar imagens que satirizam figuras conhecidas do mundo da tecnologia.
A segunda edição da Greve das Redes, idealizada por Vera Iaconelli e Pedro Inue, ocorrerá no dia 25 de maio. O movimento visa conscientizar sobre os efeitos nocivos das redes sociais, propondo que os participantes se desconectem digitalmente por 24 horas. Iaconelli, psicanalista e escritora, explica que a iniciativa busca promover boas práticas no uso das redes, que são ferramentas importantes, mas frequentemente mal utilizadas.
Na primeira edição, realizada em 21 de abril, o movimento surpreendeu os organizadores com o alto engajamento do público. “Tivemos muitos feedbacks positivos e pedidos por mais dias”, afirma Inue, designer gráfico e ativista. Para a próxima greve, os idealizadores planejam criar uma “escala para a desconexão”, com diferentes níveis de participação: o nível light envolve ficar sem Instagram, o moderado sem Instagram e WhatsApp, e o hard sem celular.
As novas artes provocativas de Inue, que serão divulgadas nas redes sociais, têm como objetivo chamar a atenção para o tema. Ele utiliza elementos gráficos que buscam incomodar os usuários, refletindo sobre o mercado de atenção das plataformas digitais. Além disso, Inue faz uso de Inteligência Artificial (IA) para criar imagens satíricas de figuras como Mark Zuckerberg e Elon Musk, apresentando-os em versões infantis com celulares.
Os organizadores não têm um número exato de participantes, mas pretendem estabelecer uma data mensal para a greve. “Queremos que as pessoas aprendam a usar as redes de forma menos nociva”, destaca Iaconelli. O movimento é financiado pelos próprios idealizadores, que não buscam lucro, mas sim promover uma reflexão sobre o uso das redes sociais.
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