A apresentadora Tati Machado, que estava grávida de 33 semanas, perdeu o bebê após notar que não sentia mais os movimentos fetais. Ela foi levada para a maternidade, onde os médicos confirmaram a parada dos batimentos cardíacos. Tati passou por um processo de indução de parto e está recebendo cuidados médicos. A equipe dela informou que as causas da perda ainda estão sendo investigadas. A Organização Mundial da Saúde define natimorto como a morte do bebê no útero após a 28ª semana de gestação, e muitos casos não têm uma causa clara. Especialistas apontam que problemas de saúde da mãe, doenças genéticas e infecções podem ser fatores que contribuem para a perda do bebê.
A apresentadora Tati Machado, conhecida por seu trabalho nos programas “Saia Justa” e “Encontro com Patrícia Poeta”, perdeu o bebê na 33ª semana de gestação. A equipe da artista confirmou a triste notícia nas redes sociais nesta terça-feira, após Tati perceber a ausência de movimentos fetais.
Após a constatação da parada dos batimentos cardíacos, Tati foi submetida a um processo de indução de parto e está sob cuidados médicos. A equipe informou que as causas da perda ainda estão sendo investigadas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define um natimorto como um bebê que morre no útero após a 28ª semana de gestação.
Estatísticas da OMS revelam que quase dois milhões de natimortos são registrados anualmente no mundo, o que equivale a um a cada 16 segundos. Especialistas apontam que, em 40% dos casos, a morte ocorre durante o trabalho de parto. As causas podem incluir complicações maternas, doenças genéticas e infecções.
O ginecologista e obstetra Nélio Veiga Junior destaca que complicações como hipertensão e diabetes são fatores de risco. Além disso, problemas relacionados à placenta e ao cordão umbilical também podem contribuir para o óbito fetal. A OMS menciona ainda a restrição de crescimento fetal e fatores como a idade da mãe e o tabagismo como possíveis causas.
Após a confirmação do óbito, a indução do parto é a estratégia mais comum, como foi o caso de Tati Machado, por apresentar menos riscos para a saúde da mãe. A apresentadora, de 33 anos, permanece estável e sob acompanhamento médico.
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