Jillian Johnsrud, uma autora e coach de vida, popularizou o conceito de “mini-aposentadorias”, que são pausas de um mês ou mais para atividades não relacionadas ao trabalho. Ela já fez isso 12 vezes e acredita que essas experiências são muito enriquecedoras. Recentemente, Johnsrud aprendeu a dançar tango e viajou, além de planejar um livro sobre mini-aposentadorias, que deve ser lançado em 2025. Ela explica que essas pausas ajudam a relaxar de forma mais profunda do que as férias comuns. Para quem tem um emprego fixo, ela sugere pedir férias prolongadas, tirar um tempo antes de começar um novo trabalho ou usar um período de desemprego para isso. Johnsrud recomenda ter algumas ideias e um pouco de dinheiro guardado para essas pausas. Ela também fala sobre a importância de manter um fundo de emergência. Johnsrud teve a ideia de mini-aposentadorias quando tinha 19 anos, inspirada por um conceito do Antigo Testamento. Depois de se livrar de dívidas, ela começou a fazer essas pausas, que incluem viagens e outras atividades. Agora, seu objetivo é fazer uma mini-aposentadoria pelo menos uma vez por ano.
Jillian Johnsrud, autora e coach de vida, popularizou o conceito de “mini-aposentadorias”, que são pausas de um mês ou mais para atividades não relacionadas ao trabalho. Aos 42 anos, ela já realizou doze mini-aposentadorias e planeja lançar um livro sobre o tema em 2025.
Recentemente, Johnsrud compartilhou suas experiências, que incluem aprender a dançar tango e viajar. Em novembro, ela se afastou do trabalho por um mês para aprender tango, investindo cerca de R$ 5 mil em aulas e festivais. Para ela, essas pausas são mais do que férias, pois permitem um desconexão mental e emocional mais profunda.
Johnsrud, que é autônoma, recomenda que pessoas com empregos fixos considerem três formas de realizar mini-aposentadorias: solicitar férias prolongadas, tirar um tempo antes de um novo emprego ou aproveitar períodos de desemprego. “Não precisam ser caras ou muito planejadas,” afirma. A autora sugere ter uma lista de ideias e um fundo financeiro para cobrir as despesas durante esse período.
Ela começou a adotar essa prática após se livrar de R$ 55 mil em dívidas. Inspirada por um conceito do Antigo Testamento sobre anos sabáticos, Johnsrud decidiu que essas pausas poderiam enriquecer sua vida. Sua primeira mini-aposentadoria foi uma viagem de carro de um mês, que custou cerca de R$ 2,5 mil.
Atualmente, Johnsrud busca realizar uma mini-aposentadoria anualmente e compartilha suas dicas no podcast “Retire Often”. Ela lamenta não ter começado essa prática mais cedo, ressaltando que “sempre vale a pena.”
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