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Alok Kanojia ensina a criar gamers saudáveis e superar a adição aos videogames

Alok Kanojia, ex-adicto a videogames, lança livro com orientações para pais e filhos sobre como cultivar uma relação saudável com os jogos.

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Alok Kanojia, um psiquiatra que já foi viciado em videogames, criou a plataforma Healthy Gamer para ajudar adolescentes a lidarem com jogos. Ele lançou seu primeiro livro, “Cómo criar a un gamer sano”, onde fala sobre a adição a jogos e dá dicas para pais e filhos sobre como ter uma relação saudável com eles. Kanojia conta que, quando era jovem, seus pais o enviaram para a Índia para se afastar da tecnologia, onde ele aprendeu a meditar e se tornou monge. Depois, estudou Medicina em Harvard e percebeu que muitos psiquiatras não entendiam o vício em jogos porque nunca jogaram. Em seu livro, ele explica que o problema surge quando o jogo afeta outras áreas da vida e que não existe um limite exato de tempo para jogar. Ele destaca que os jogos são projetados para serem viciantes e que ensinar a moderação é mais eficaz do que impor regras rígidas. Kanojia também menciona que é possível ser um gamer saudável se as necessidades emocionais e sociais forem atendidas na vida real. Ele observa que, embora o estereótipo de que meninos são mais viciados ainda exista, cada vez mais meninas estão jogando. Além disso, ele fala sobre a importância da “escuta reflexiva”, que ajuda os pais a se conectarem melhor com os filhos e a validarem seus sentimentos, o que pode ser um passo importante para lidar com a adição.

Alok Kanojia, psiquiatra e ex-adicto a videogames, lançou seu primeiro livro, “Cómo criar a un gamer sano”, com orientações para pais e filhos sobre como manter uma relação saudável com os jogos. A obra é resultado de sua experiência pessoal e profissional.

Kanojia, conhecido como Dr. K, fundou a plataforma Healthy Gamer para ajudar adolescentes a lidarem com a adição a videogames. Ele destaca que gritar ou impor limites rígidos não resolve o problema. A chave está em entender como o jogo afeta a vida do jovem.

O psiquiatra explica que a adição se torna um problema quando o jogo interfere em outras áreas da vida. Não existe um limite exato de horas que define a adição, pois cada caso é único. Os jogos são projetados para serem viciantes, utilizando elementos que atendem a necessidades humanas básicas, como aceitação e socialização.

Kanojia defende o autocontrole em vez de restrições. Ele observa que ensinar a autorregulação é mais eficaz do que impor regras rígidas, especialmente durante a adolescência. O autor acredita que é possível criar um gamer saudável, desde que as necessidades fundamentais do jovem sejam atendidas no mundo real.

O livro também aborda a importância da escuta reflexiva, uma técnica que melhora a comunicação entre pais e filhos. Essa abordagem ajuda a validar os sentimentos dos adolescentes, promovendo uma conexão mais forte e facilitando o processo de superação da adição.

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