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Viajar sem celular transforma experiências e resgata momentos presentes

Desconectar-se da tecnologia durante viagens pode ser libertador. Soraya Lemboumba compartilha dicas valiosas para uma experiência enriquecedora.

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Viajar sem celular é uma experiência rara hoje em dia, mas pode ser muito gratificante. Soraya Lemboumba, uma gerente de projetos da Suíça, passou dez dias no Panamá sem o telefone e sentiu que isso mudou sua vida. Ela acordava com os sons da natureza e estava mais presente nos momentos. Para quem quer tentar essa desconexão, é importante decidir antes da viagem se levará algum dispositivo e criar regras para o uso da tecnologia. É bom ter bilhetes impressos e reservar tempo extra para imprevistos, já que não terá acesso a aplicativos. Pedir ajuda a funcionários e usar mapas físicos pode ser útil. Soraya recomenda anotar o endereço do hotel e usar um livro de frases em vez de um tradutor no celular. Registrar momentos com uma câmera descartável e escrever em um diário também ajuda a lembrar das experiências. Embora a ideia de viajar sem tecnologia possa causar ansiedade, a maioria dos imprevistos não é tão grave. Para quem se sente inseguro, uma opção é viajar em grupo, onde todos estão na mesma situação.

Viajar sem tecnologia é uma prática cada vez mais rara no mundo moderno, mas Soraya Lemboumba, gerente de projetos na Suíça, teve uma experiência transformadora ao visitar o Panamá por dez dias sem celular. Em janeiro, ela relatou que a ausência do aparelho a fez acordar com os sons da natureza e a viver o momento presente, sem distrações.

Soraya compartilha dicas para quem deseja se desconectar durante a viagem. Antes de partir, recomenda decidir se levará dispositivos como laptop ou tablet. Se optar por algum, é importante estabelecer regras de uso, como limitar o tempo de acesso a uma hora por dia. Essa estratégia ajuda a evitar a tentação de usar a tecnologia em momentos de tédio.

A logística é uma preocupação comum ao viajar sem celular. Soraya sugere reservar tempo extra para imprevistos e imprimir bilhetes de embarque, já que não terá acesso a aplicativos. Além disso, é fundamental anotar o endereço do local de hospedagem e usar mapas físicos para se orientar. Essa abordagem pode levar a descobertas inesperadas e memórias marcantes.

Catherine Price, autora de “How to Break Up With Your Phone”, destaca que a sensação de liberdade supera pequenos inconvenientes. Ao interagir com pessoas locais e confiar na própria intuição, os viajantes podem enriquecer suas experiências. Soraya também recomenda registrar momentos em um diário, em vez de depender de fotos digitais, para solidificar as memórias.

Para quem se sente inseguro em viajar sem celular, uma alternativa é participar de excursões em grupo. Grace Borges, analista de pesquisas, viajou para Cuba com a FTLO Travel e afirmou que a companhia facilitou a desconexão. A experiência de viajar sem tecnologia pode ser desafiadora, mas também oferece oportunidades únicas de vivenciar o mundo de forma mais autêntica.

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