Os irmãos Celso Pereira Neto e Lucas Pereira, de Ubatuba, realizaram o sonho da família de viajar o mundo em um veleiro. Desde 2018, eles navegaram por mais de 52 países a bordo do Katoosh e conquistaram 1 milhão de seguidores nas redes sociais. Após sete anos de aventuras, incluindo situações perigosas como ataques de piratas e problemas com o barco, eles retornaram ao Brasil em maio de 2025. Durante a viagem, enfrentaram desafios como ficar à deriva por 86 horas e mergulhar com tubarões. Eles também participaram de rituais locais em Fiji e conseguiram visitar o Arquipélago de Chagos, um lugar raro e isolado. Agora, os irmãos se preparam para uma nova aventura, que ainda não foi revelada.
Os irmãos Celso Pereira Neto e Lucas Pereira, de Ubatuba, realizaram o sonho familiar de viajar o mundo em um veleiro. Desde março de dois mil e dezoito, a dupla acumulou 1 milhão de seguidores nas redes sociais, compartilhando suas aventuras em mais de 52 países.
Após sete anos de experiências únicas e desafiadoras, os irmãos retornaram ao Brasil em 17 de maio de 2025. Eles agora se preparam para uma nova aventura, que ainda não foi revelada ao público. Durante a jornada, enfrentaram situações perigosas, como quebras no veleiro e até ataques de piratas.
Em uma das experiências mais tensas, os irmãos ficaram à deriva por 86 horas enquanto navegavam para a Polinésia Francesa. Eles perderam o leme e foram pegos por uma tempestade. Após estabilizarem o barco, ancoraram em uma ilha deserta chamada Fakarava, onde conseguiram realizar os reparos necessários.
Aventuras e Desafios
Entre as experiências marcantes, destacam-se mergulhos com tubarões e um ritual local em Fiji, onde participaram de uma cerimônia com a bebida Kava. Os irmãos também enfrentaram um ataque de piratas nas Ilhas Salomão, onde conseguiram escapar utilizando machados para se defender.
Além disso, durante a navegação entre a Nova Zelândia e a Nova Caledônia, pescaram um atum de 70 quilos, que levou três horas para ser retirado da água. Para não desperdiçar, compartilharam o peixe com outros navegantes.
Conexão com Culturas Locais
Os irmãos preferiram se instalar em regiões por períodos prolongados, permitindo uma conexão mais profunda com as culturas locais. Essa abordagem resultou em convites para jantares e interações significativas com os nativos. Em Chagos, um território restrito, conseguiram ancorar em uma ilha deserta, desfrutando de um ambiente natural intocado.
A jornada de Celso e Lucas não apenas cumpriu um sonho familiar, mas também proporcionou uma rica troca cultural e experiências memoráveis em alto-mar.
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