O juiz responsável pelo caso de difamação e assédio sexual envolvendo os atores Justin Baldoni, Blake Lively e Ryan Reynolds criticou, nesta segunda-feira (3), a transformação da ação em um espetáculo midiático. Baldoni, que é diretor e colega de Lively no filme “É Assim Que Acaba”, processou o casal por US$ 400 milhões (R$ 2,3 […]
O juiz responsável pelo caso de difamação e assédio sexual envolvendo os atores Justin Baldoni, Blake Lively e Ryan Reynolds criticou, nesta segunda-feira (3), a transformação da ação em um espetáculo midiático. Baldoni, que é diretor e colega de Lively no filme “É Assim Que Acaba”, processou o casal por US$ 400 milhões (R$ 2,3 bilhões) após Lively ter movido uma ação contra ele em dezembro por assédio e difamação. Durante a audiência no Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan, o juiz Lewis Liman expressou descontentamento com a divulgação de documentos por Baldoni, afirmando que isso viola os procedimentos judiciais.
O juiz alertou que, se a exposição pública da disputa continuar, a data do julgamento, marcada para março de 2026, poderá ser antecipada. Lively alega que Baldoni e o produtor Jamey Heath se comportaram de forma inadequada durante as filmagens e que houve uma tentativa de destruir sua reputação por meio de uma campanha publicitária negativa. Em resposta, Baldoni processou o New York Times, alegando que o jornal distorceu suas declarações sobre as acusações de Lively.
Em 22 de janeiro, uma cena dos bastidores do filme foi apresentada como parte da defesa de Baldoni. Nela, os dois atores dançam e conversam, com Baldoni tentando beijar Lively, que recua. Para Baldoni, a cena ilustra o respeito e profissionalismo entre eles. No entanto, advogados de Lively afirmaram que a cena foi realizada sem consentimento prévio, destacando a importância de coordenadores de intimidade nos sets de filmagem, que estavam presentes, mas não atuaram na cena por não envolver sexo ou nudez.
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