Jacqueline Bisset, atriz de 80 anos conhecida por filmes como Bullitt (1968) e Assassinato no Expresso Oriente (1974), gerou polêmica ao criticar o movimento #MeToo. Em entrevista ao site PageSix, ela afirmou que “é fundamental que as mulheres se comportem também”, sugerindo que a forma como se vestem e seu comportamento são cruciais. Essa declaração […]
Jacqueline Bisset, atriz de 80 anos conhecida por filmes como Bullitt (1968) e Assassinato no Expresso Oriente (1974), gerou polêmica ao criticar o movimento #MeToo. Em entrevista ao site PageSix, ela afirmou que “é fundamental que as mulheres se comportem também”, sugerindo que a forma como se vestem e seu comportamento são cruciais. Essa declaração provocou reações negativas, especialmente entre feministas que lutam contra o assédio sexual na indústria cinematográfica.
A posição de Bisset desencadeou uma onda de cancelamentos de seus filmes nas redes sociais, mas a atriz não se retratou e não alegou ter sido mal interpretada. Sua declaração foi vista como uma defesa da responsabilidade individual das mulheres em relação ao assédio, o que gerou um debate acalorado sobre o tema. A atriz parece disposta a manter sua posição, mesmo diante da repercussão negativa.
O movimento #MeToo, que ganhou força após as denúncias contra o produtor Harvey Weinstein, busca combater o assédio sexual em diversas esferas, incluindo Hollywood. As palavras de Bisset contrastam com a mensagem central do movimento, que enfatiza a necessidade de responsabilizar os agressores, e não as vítimas. A reação ao seu posicionamento reflete a divisão de opiniões sobre a questão.
A controvérsia em torno das declarações de Bisset destaca a complexidade do debate sobre assédio sexual e a responsabilidade de todos os envolvidos. A atriz, ao se manifestar, não apenas se colocou em conflito com o movimento, mas também trouxe à tona discussões sobre normas sociais e comportamentais em relação ao assédio.
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