As competições de beleza na Costa do Marfim, que historicamente valorizavam perucas e extensões, passaram por uma mudança significativa em 2023. A organização do Miss Ivory Coast decidiu proibir o uso desses adornos nas etapas preliminares, promovendo a beleza natural das candidatas. O presidente do comitê organizador, Victor Yapobi, afirmou que o objetivo é que as participantes apresentem seus próprios cabelos, seja com tranças ou alisados.
Essa decisão busca destacar a beleza autêntica das mulheres africanas, em um contexto onde os padrões ocidentais dominaram as competições por mais de seis décadas. A última exceção notável foi a vitória de Marlène-Kany Kouassi em 2022, que competiu com cabelo curto e natural. Além da proibição de perucas, outras mudanças foram implementadas, como a redução da taxa de inscrição para R$ 50,00 e o aumento da idade máxima para 28 anos.
As novas regras geraram reações diversas entre as participantes. Algumas, como Emmanuella Dali, expressaram orgulho em competir sem perucas, enquanto outras, como Astrid Menekou, sentiram que a mudança limitava a expressão pessoal. A proibição também pode impactar a indústria de beleza local, avaliada em mais de R$ 300 milhões anuais, já que muitas mulheres preferem usar perucas como forma de estilo e proteção capilar.
A discussão sobre os novos padrões de beleza reflete uma transformação cultural na Costa do Marfim. As mudanças nas competições podem influenciar a aceitação de diferentes estilos de cabelo no país, promovendo um debate sobre a identidade e a estética africanas.
As competições de beleza na Costa do Marfim, conhecidas por valorizarem perucas e extensões, passaram por uma mudança significativa em 2023. A organização do Miss Ivory Coast decidiu proibir o uso desses adornos nas etapas preliminares, promovendo a beleza natural das candidatas. O presidente do comitê organizador, Victor Yapobi, afirmou: “Queremos que as candidatas sejam naturais – seja com tranças ou cabelo liso, deve ser o delas.”
Essa decisão visa destacar a beleza autêntica das mulheres africanas, refletindo uma tendência crescente de valorização do cabelo natural. A mudança ocorre em um contexto onde a estética ocidental dominava as competições, com apenas duas exceções notáveis em mais de seis décadas. A última foi a vitória de Marlène-Kany Kouassi, em 2022, que desafiou os padrões tradicionais ao usar cabelo curto e natural.
Além da proibição de perucas, outras alterações foram implementadas, como a redução da taxa de inscrição para R$ 50,00 e o aumento da idade máxima para 28 anos. A nova regra gerou reações mistas entre as participantes. Enquanto algumas, como Emmanuella Dali, expressaram orgulho em competir sem perucas, outras, como Astrid Menekou, sentiram que a mudança limitava a expressão pessoal.
A proibição de perucas e extensões também pode impactar a indústria de beleza local, avaliada em mais de R$ 300 milhões anuais. Profissionais do setor, como a cabeleireira Ange Sea, alertaram que a medida pode prejudicar os negócios, já que muitas mulheres preferem usar perucas como forma de estilo e proteção capilar. A discussão sobre os novos padrões de beleza continua, refletindo uma transformação cultural na Costa do Marfim.
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