Uma selfie de Bad Bunny em cueca branca fez muito sucesso nas redes sociais, recebendo 2,5 milhões de curtidas e 32,5 mil comentários em um dia no Instagram. O rapper porto-riquenho, de 31 anos, já havia chamado a atenção no Brasil com a venda de ingressos para seus shows em 2026, que acontecerão no Allianz Parque, em São Paulo. Os fãs reagiram de várias maneiras, com elogios e pedidos para que ele apagasse a foto. Bad Bunny também se destacou no início do ano com seu álbum “DeBÍ TiRAR MáS FOToS”, que ficou no topo do Spotify e aborda questões sociais e políticas de Porto Rico. A ilha enfrenta desafios desde que deixou de ser colônia espanhola, e o rapper usa sua música para falar sobre problemas como gentrificação e apagões, refletindo a realidade dos porto-riquenhos.
Uma selfie de Bad Bunny em cueca branca gerou grande repercussão nas redes sociais. A imagem, publicada no Instagram na sexta-feira, acumulou 2,5 milhões de curtidas e 32,5 mil comentários em apenas um dia. O rapper porto-riquenho, de 31 anos, já havia atraído atenção no Brasil com a venda de ingressos para seus shows em 2026, que ocorrerão no Allianz Parque, em São Paulo.
Os comentários dos fãs foram variados, com reações que vão de elogios a pedidos para que ele apagasse a foto. A popularidade de Bad Bunny se consolidou ainda mais no início do ano, quando seu álbum “DeBÍ TiRAR MáS FOToS” dominou o Top Global do Spotify. O trabalho musical aborda questões sociais e políticas de Porto Rico, refletindo a realidade do país.
Contexto Social
Porto Rico, um território não incorporado dos Estados Unidos, enfrenta desafios significativos desde que deixou de ser colônia espanhola em 1898. O furacão Maria, que devastou a ilha em 2017, resultou em quase três mil mortes e deixou a infraestrutura local em estado crítico. Bad Bunny, em suas letras, critica problemas como a gentrificação e a relação com os Estados Unidos, trazendo à tona questões que afetam a vida dos porto-riquenhos.
O rapper utiliza sua plataforma para destacar a luta de seu povo, misturando reggaeton e pop com gêneros tradicionais como a bomba e a plena. Suas músicas, como “El apágon” e “BOKeTE”, abordam temas como apagões e as condições das ruas, mostrando seu compromisso com a realidade social de Porto Rico.
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