Cauã Reymond, ator conhecido por seu papel em “Vale Tudo”, compartilhou em uma recente participação no programa “Altas Horas” que sofreu bullying na infância. Ele explicou que isso aconteceu por causa da condição de saúde de sua mãe, Denise Reymond, que era HIV positivo, e pela ausência de uma figura paterna, já que seu pai morava longe. Cauã contou que se sentia solitário e tinha vergonha de falar sobre suas dificuldades em casa, pois sua mãe estava sempre ocupada. Ele destacou que o esporte, especialmente o jiu-jítsu, foi fundamental para ajudá-lo a ganhar confiança e autoestima. Cauã também falou sobre a relação próxima que tinha com sua mãe, que faleceu em 2019, e como suas experiências de vida o ajudam em sua carreira como ator.
Cauã Reymond, ator conhecido por seu papel em “Vale Tudo”, compartilhou detalhes emocionantes sobre sua infância durante sua participação no programa “Altas Horas”, da TV Globo, no último sábado (24). Ele revelou que enfrentou bullying na escola devido à condição de saúde de sua mãe, Denise Reymond, que era HIV positivo. Cauã destacou que sua mãe, que faleceu em 2019, criou-o sozinha, enfrentando desafios como a falta de uma figura paterna.
O ator, de 45 anos, recordou que sua infância foi marcada por dificuldades. “Eu sofri muito bullying. Minha mãe era HIV positivo e minha avó a adotou. Cresci sem uma presença masculina constante”, afirmou. Ele também mencionou que, na época, sentia vergonha de compartilhar suas experiências em casa, pois sua mãe estava ocupada com as responsabilidades da vida.
Cauã ressaltou que o esporte foi fundamental para sua superação. “Comecei no jiu-jítsu entre os 14 e 15 anos e, a partir daí, encontrei um caminho para me defender e fortalecer minha autoestima”, disse. Ele acredita que essas experiências difíceis contribuíram para sua atuação, permitindo-lhe acessar emoções profundas em cena.
Além de falar sobre o bullying, o ator comentou sobre a revelação de que sua mãe havia sido adotada. “Entender essa parte da história familiar foi um impacto”, destacou. Cauã também mencionou que, após a morte de Denise, passou a cuidar mais de sua saúde e bem-estar, mantendo viva a memória da mãe em sua vida.
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