Chimamanda Ngozi Adichie, escritora nigeriana, deu uma entrevista à GloboNews durante sua visita ao Rio de Janeiro para o Festival LED e a Bienal do Livro. Na conversa, que será exibida no programa “Edição das 15h”, ela fala sobre sua experiência como imigrante e os desafios que isso traz, especialmente em um momento de políticas restritivas nos Estados Unidos, onde vive e trabalha. Adichie também menciona a dor pela perda de seus pais, que a afetou profundamente e a afastou da escrita por mais de dez anos. Além disso, ela apresenta seu novo livro, “A contagem dos sonhos”, e reforça a importância de dar voz às mulheres e permitir que elas compartilhem suas histórias.
Em sua visita ao Rio de Janeiro para o Festival LED e a Bienal do Livro, a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie concedeu uma entrevista à GloboNews. A conversa, que será exibida neste sábado, 14 de outubro, no programa “Edição das 15h”, aborda sua experiência como imigrante e os desafios enfrentados nesse contexto.
Chimamanda reflete sobre sua vida entre a Nigéria, onde nasceu, e os Estados Unidos, onde construiu sua carreira literária. Ela destaca a complexidade da imigração em tempos de políticas restritivas e a importância de um plano legal para a entrada de imigrantes. A autora afirma: “Os EUA perderam muito prestígio. Tudo isso que está acontecendo é muito triste.”
Além de discutir sua trajetória, a escritora fala sobre maternidade e a necessidade de proporcionar à filha uma vivência que una suas raízes nigerianas e a cultura americana. Chimamanda revela que a morte de seus pais a afetou profundamente, resultando em um bloqueio criativo que a afastou da ficção por mais de uma década. “A dor da perda dos meus pais me transformou. Ainda estou tentando digerir essa perda.”
Novo Livro e Vozes Femininas
Durante a entrevista, Chimamanda também celebra seu novo livro, “A contagem dos sonhos”, e reafirma seu compromisso com a valorização das vozes femininas. Ela destaca a importância de permitir que as mulheres sonhem alto e tenham suas histórias contadas. A autora continua a ser uma referência no debate sobre identidade, imigração e a luta pelos direitos das mulheres.
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