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Cristina Castaño afirma que não se considera um ‘sex symbol’ pelirrojo

Cristina Castaño destaca a importância da diversidade linguística em "Lume" e critica a falta de apoio a narrativas autênticas na TV.

A atriz Cristina Castaño em 27 de junho em Madrid. (Foto: INMA FLORES)
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  • Cristina Castaño, atriz conhecida por “Al salir de clase” e “La que se avecina”, anunciou que será mãe pela primeira vez, mas não deseja comentar sobre sua maternidade.
  • A atriz participa da minissérie “Lume”, onde interpreta uma jornalista que investiga incêndios florestais na Espanha.
  • Castaño enfatizou a importância da diversidade linguística nas produções audiovisuais e o uso do galego na série.
  • Seu personagem, Lucía, é descrito como uma mulher forte e independente, que não busca agradar.
  • A atriz criticou a falta de apoio à diversidade nas produções, afirmando que as narrativas devem refletir a sociedade.

Cristina Castaño, atriz de 46 anos, está prestes a se tornar mãe pela primeira vez, mas optou por não discutir sua maternidade em entrevistas. A atriz, conhecida por seus papéis em “Al salir de clase” e “La que se avecina”, deseja que sua carreira seja o foco principal.

Recentemente, Castaño falou sobre seu novo papel na minissérie “Lume”, onde interpreta uma jornalista que investiga incêndios florestais. A produção, que tem se destacado na HBO Max, aborda a realidade dos incêndios que afetam a Espanha e a necessidade de refletir a diversidade linguística nas produções audiovisuais. “É uma história muito honesta e real, que nos concierne a todos”, afirmou a atriz.

Castaño destacou a importância de seu personagem, Lucía, que não busca agradar e representa uma mulher forte e independente. “A mulher na ficção muitas vezes é pressionada a ser simpática, mas Lucía não precisa disso”, explicou. A atriz também comentou sobre a relevância do uso do galego na série, considerando absurdo que ainda haja resistência ao uso de línguas cooficiais no país.

A atriz, que começou a estudar jornalismo, sempre teve interesse pela comunicação, mas decidiu seguir a carreira de atriz. “Nunca me comportei como um sex symbol pelirrojo”, disse, referindo-se a sua imagem e à forma como foi percebida ao longo da carreira. Castaño também refletiu sobre a evolução de sua imagem pública, que mudou com o tempo e a maturidade.

Por fim, Castaño abordou a falta de apoio à diversidade nas produções televisivas, ressaltando que as grandes plataformas buscam fórmulas de sucesso em vez de investir em narrativas que realmente reflitam a sociedade. “O sentido do arte é que o ser humano se sinta refletido nele”, concluiu.

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