- Mariska Hargitay lançou o documentário “My Mom Jayne”, revelando que seu pai biológico é o cantor Nelson Sardelli.
- O filme explora a verdadeira essência de sua mãe, Jayne Mansfield, e a busca por sua identidade.
- Hargitay, que sobreviveu a um acidente de carro que matou sua mãe quando tinha três anos, reflete sobre suas memórias.
- A atriz destaca que Jayne Mansfield era mais do que a imagem pública de uma “loira burra”, mencionando suas habilidades e inteligência.
- O documentário estreou no Festival de Cannes e representa uma jornada de autodescoberta para Hargitay.
Mariska Hargitay, conhecida por seu papel em “Lei e Ordem: Unidade de Vítimas Especiais”, lançou o documentário “My Mom Jayne”, onde revela que seu pai biológico é o cantor Nelson Sardelli, e não o ator Mickey Hargitay, que a criou. O filme, disponível na plataforma Max, explora a verdadeira essência de sua mãe, a icônica Jayne Mansfield, e a busca por sua própria identidade.
Hargitay, filha de uma das estrelas mais controversas de Hollywood, enfrentou seu passado durante a pandemia. Em uma entrevista, a atriz compartilhou que, aos três anos, sobreviveu a um trágico acidente de carro que matou sua mãe e outras duas pessoas. “A ausência e a sombra de minha mãe moldaram minha relação com as memórias que tenho dela”, afirmou. A atriz destaca que muitos dos seus lembranças foram construídas ao longo do tempo, e não são reais.
O documentário é uma tentativa de mostrar uma nova perspectiva sobre sua mãe, que, segundo Hargitay, era muito mais do que a imagem pública de uma “loira burra”. “Ela falava cinco idiomas e tinha um QI elevado”, revelou. A atriz também mencionou que, durante sua carreira, evitou ser comparada a Mansfield, mas agora vê isso como um privilégio.
Revelações Pessoais
Uma das revelações mais impactantes do documentário é a descoberta de que Mickey Hargitay não é seu pai biológico. Mariska soube da verdade durante a faculdade, quando ouviu rumores sobre sua origem. “Decidi conhecer Sardelli e suas filhas, que são minhas irmãs”, contou. Ela também expressou respeito por Mickey, a quem se refere como “meu campeão”, e manteve o segredo até sua morte em 2006.
Hargitay reflete sobre como sua mãe poderia ter sido diferente se estivesse viva hoje. “Ela nasceu em uma época errada e teve que se moldar a um estereótipo”, lamentou. A atriz acredita que a luta de sua mãe abriu portas para as gerações seguintes, permitindo que ela própria construísse seu caminho no mundo do entretenimento.
O documentário, que estreou no Festival de Cannes, é uma jornada de autodescoberta e reconexão familiar. “Sinto que agora estou mais feliz e em paz”, concluiu Hargitay, ao falar sobre a nova fase de sua vida após a revelação de sua verdadeira herança.
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