- Tara Reid afirma ter sido drogada em bar de hotel em Chicago e acordou oito horas depois no hospital.
- Ela disse ter sido levada do DoubleTree by Hilton Chicago O’Hare Airport – Rosemont para um hospital local e que não houve teste de alcoolemia registrado pelos médicos.
- Um vídeo recente mostra Reid inconsciente sendo colocada em uma cadeira de rodas antes de ser levada ao hospital; a EMS já havia a transportado.
- Existem alegações de discrepâncias entre o que Reid, a polícia e o representante dela dizem, com autoridades dizendo que não há investigação em curso no momento.
- As autoridades convidam qualquer pessoa a contatar as autoridades caso haja impacto; a reportagem cita tentativas de contato com a assessoria de Reid.
O que aconteceu: Tara Reid afirmou ter sido dopada em um bar de um hotel em Chicago na última semana. Segundo ela, acordou oito horas depois no hospital, sem confirmação de ingestão de álcool.
Quem está envolvido: a atriz, o hospital local para onde foi levada pelo serviço de emergência (EMS) e autoridades de Rosemont. Não houve registro de boletim de ocorrência divulgado até o fechamento desta nota.
Quando e onde: o incidente ocorreu no bar do hotel DoubleTree by Hilton Chicago O’Hare Airport, em Rosemont, nos arredores de Chicago, durante o fim de semana.
Como e por quê: Reid descreveu que recebeu atendimento médico após a suspeita de dopagem e que médicos não teriam realizado um teste de alcoolemia, apenas a constatação de dopagem. Ela afirmou não saber com que substância foi droga; não há confirmação pública de investigação policial sobre o caso.
Desdobramentos e atualizações: um vídeo recente mostra Reid sendo colocada em uma cadeira de rodas antes de seguir para o hospital. A reportagem indicou que a EMS levou a atriz ao hospital, mas não houve notícia de boletim policial divulgado ao publicar o material. A assessoria de Reid citou possíveis discrepâncias com relatos de autoridades, enquanto um porta-voz municipal afirmou que não há investigação em andamento no momento. Autoridades pedem que quem tenha ocorrido algo semelhante busque orientação junto a órgãos competentes.
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