- Acusações anteriores envolvem quatro ex-funcionárias domésticas de Smokey Robinson, que o acusam de assédio sexual, rape e ambiente hostil; o grupo processou por US$ 50 milhões em maio, e Robinsons negaram as acusações, contra-demandando por difamação e abuso de idosos.
- Nova alegação envolve um suposto roubo na unidade de armazenamento em Chatsworth, com vídeo supostamente mostrado de forma vagamente nítida; Jane Doe 4 é apontada pela tentativa de roubo.
- Frances Robinson afirmou ter identificado a suspeita ao revisar as imagens e pediu uma ordem de restrição temporária, mas o juiz não concedeu.
- Alega-se que a ex-funcionária teve acesso com código e chave; polícia de Los Angeles investiga; itens roubados teriam valor estimado em US$ 3.300.
- O tribunal decidiu não emitir a ordem de restrição; advogados divergiram sobre a veracidade do vídeo, que permanece sob análise pela defesa e pela polícia.
Smokey Robinson, músico de 85 anos, é alvo de nova acusação relacionada a roubo envolvendo uma ex-funcionária. Segundo processos e documentos judiciais, uma mulher identificada como Jane Doe 4 teria invadido a unidade de armazenamento do casal em Chatsworth, na Califórnia, no mês passado. A família afirma que o furto foi registrado por câmeras de segurança, com material avaliado em 3.300 dólares. A polícia investiga o caso.
A ex-funcionária, que trabalhou para os Robinson entre 2006 e 2024, é apontada pela acusação de ter usado código de acesso e chave da unidade para acessar o local sem autorização. Frances Robinson, esposa do artista, disse ter reconhecido a suspeita nas imagens e protocolou um pedido de ordem de restrição temporária, que foi negado pelo juiz.
O juiz Kevin C. Brazile, da Justiça do Condado de Los Angeles, declarou não conceder a medida restritiva neste momento, indicando que a investigação policial seguiria seus trâmites. A defesa da ex-funcionária negou envolvimento no furto e questionou a veracidade das imagens.
Conforme registros da polícia obtidos pela imprensa, o material roubado teria valor de 3.300 dólares, e as evidências incluem acesso com código e chave. O relatório também aponta que a ex-funcionária já havia trabalhado para a família por quase duas décadas, até abril de 2024, com funções de casa, cozinha e assistente pessoal.
Entre as acusações anteriores, quatro ex-falhas de funcionários domésticos relatam abusos envolvendo assédio sexual, rape e ambiente hostil, ocorridos entre 2007 e 2024. Elas processaram Robinson em maio por cerca de 50 milhões de dólares, enquanto o músico nega as acusações e contra-ataca por difamação e abuso de idosos.
Advogados de Frances defendem a identidade de Jane Doe 4 e afirmam que o vídeo não foi apresentado formalmente pela defesa, mantendo o sigilo das evidências em andamento. Os representantes de Jane Doe 4 contestam as alegações, ressaltando que a ex-funcionária não foi contatada pelos investigadores até o momento.
As investigações policiais continuam em curso, sem conclusão anunciada. As informações oficiais são baseadas em registros do LAPD e em declarações legais apresentadas durante audiências judiciais. Não houve confirmação de novas ações legais por parte de Smokey Robinson ou de sua esposa até o fechamento deste texto.
Entre na conversa da comunidade